terça-feira, 20 de maio de 2014

VIACOM BRASIL APRESENTA NOVOS PRODUTOS NA EXPO PARQUES E FESTAS

A companhia lança, junto com parceiros, a linha Go Diego Go, o kit Bob Esponja Bola na Rede, apresenta novos itens de Dora, A Aventureira, entre outros produtos.
 A feira será realizada entre os dias 31 de maio e 03 de junho no Expo Center Norte em São Paulo
São Paulo, 20 de maio de 2014 – A Viacom Brasil, por meio de seu departamento de Consumer Products (licenciamento), apresenta novidades de kits de festas dos maiores sucessos deNickelodeon na Expo Parques e Festas, feira internacional de produtos e serviços para festas infantis que será realizada de 31 de maio a 03 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo. Os personagens das animações Dora, A AventureiraBob EsponjaAs Tartarugas NinjaWinxGo Diego Go são as inspirações para os produtos da companhia.
Para as crianças em idade pré-escolar, o licenciado Festcolor apresenta, pela primeira vez na feira, a linha Go Diego Go e mostra as novidades de Dora, A Aventureira.

PRATO_GODIEGO_GO-02chape¦üu de aniversa¦ürioporta brigadeiro diego    copo plastico_diego
convitedora_g “Tudo o que envolve o universo de Dora é sucesso entre as meninas em idade pré-escolar e a demanda por produtos da personagem para festas tematizadas vem crescendo ano a ano. Além disso, identificamos junto com o nosso licenciado Festcolor e alguns varejistas especializados em Festas a forte demanda por itens de Diego para meninos na mesma faixa etária. Estamos com grande expectativa para o lançamento da linha Go Diego Go”, avalia Angela Cortez, diretora sênior de Consumer Products da Viacom Brasil.
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O kit Bob Esponja Bola na Rede, do licenciado Regina Festas, é outro destaque da Viacom para a feira e contempla uma festa pronta para 24 pessoas. Também da Regina Festas, serão expostas as linhas de As Tartarugas Ninja e Backyardigans.
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Evafest/Grintoy exibe uma coleção complementar de Dora, A Aventureira eBackyardigans com painéis, suporte para bolo e doces, além de enfeites de mesa em EVA inspirados nos personagens da NickelodeonBob Esponja ganha squeeze, caixa organizadora e pipoqueira do licenciado Plasútil.
Outros licenciados que apresentam seus produtos inspirados nas propriedades da Nickelodeon na Expo Parques e Festas são: BrasilflexCromus e Sulamericana.
Serviço:
Expo Parques e Festas – 31 de maio a 3 de junho, das 10h às 19h, no Expo Center Norte em São Paulo. Mais informações sobre a feira, acesse http://www.expoparquesefestas.com.br/

O SMS está morrendo?

* Por Cássio Bobsin Machado

A morte do SMS foi anunciada ao mesmo tempo em que o Facebook comprava o WhatsApp por USD19 bilhões.

Notícia ruim vende. Mas é bom entender o que está por trás de tais afirmações bombásticas. Dados do setor mostram que o SMS atingiu a maturidade. Antes o SMS era a única opção viável de mensagens instantâneas no celular. Agora os serviços de MIM – Mobile Instant Messaging – como WhatsApp, Line, KakaoTalk e WeChat ameaçam seu domínio.

No passado, o mercado de IM – Instant Messaging – foi disputado por ICQ, Yahoo Messenger, MSN Messenger, Skype e outros. Cada um liderou o mercado ao seu tempo, e foi substituído pelo próximo. Matéria de 2002 da Forbes, intitulada “Mensagens instantâneas, Lucro lento”, descrevia a época: o maior objetivo das startups de IM era ser comprada por um grande player.

Os MIMs são redes fechadas. Eles não se intercomunicam. Você nunca enviará uma mensagem para o WhatsApp utilizando o WeChat. Se fosse possível, estaria tudo perdido para eles. O valor de uma empresa de MIM está em sua audiência. Se a audiência migra, a atratividade do negócio some.

Na competição entre redes fechadas, o sucesso é efêmero.

Olhemos para o mercado ao lado. O fenômeno das redes sociais começou com o MySpace. Depois veio o Orkut que atingiu milhões de usuários no Brasil e na Índia. Twitter cresceu e encontrou um nicho em mídia. Linked In conquistou o público corporativo. Google Plus corre por fora. O atual líder Facebook vem perdendo audiência entre jovens e adultos. Amanhã serão outros.

Serviços fechados vêm e vão. Tecnologias abertas de comunicação que se tornam padrão tendem a amadurecer e estabelecer seu nicho.

SMS é um padrão. Não tem dono, é aberto e funciona em 100% dos celulares do mundo.

Veja a ligação telefônica. Criada em 1876, foi impulsionada pela ampliação da telefonia móvel. O crescimento do tráfego é estável. Mas a receita global vêm caindo pela redução do preço por minuto.

Veja o Fax. Criado em 1926, migrou para o meio digital e é usado por milhões de empresas para transmissão segura e autenticada de documentos. Estudo da Davidson Consulting diz que o mercado de Fax sobre IP deve crescer 10,2% ao ano até 2017.

Veja o Email. Criado em 1969, é usado em 68% dos Smartphones no mundo. Estudo da TechNavio indica que mercado deve crescer 7,5% ao ano até 2018.

E o SMS? Criado em 1992, é usado em 94% dos Smartphones. Segundo estudo da Portio, o tráfego mundial pessoa a pessoa estabilizará até 2017. Mas o preço unitário deve cair. Isso deve impactar a receita global do serviço mais lucrativo das operadoras.

O mercado corporativo é que garantirá a receita das operadoras no SMS.  As empresas usam SMS para alertas de transação, tickets de vôo, lembretes de consulta e exame, avisos de fatura, confirmações de compra, autenticação de serviços, relacionamento com clientes, e outros. O volume crescerá mais de 10% ao ano pelas projeções do mercado.

O serviços MIM são fechados, logo não permitem uso corporativo. Por isso 70% das organizações consideram o SMS a tecnologia móvel número um. Outros 16% planejam adotar o SMS em 2014 segundo a Forrester Research.

O bom e velho SMS viverá. Bilhões de pessoas usam. É fácil, simples e funciona.  Qual a diferença? Não está mais sozinho. As operadoras agora têm competição e o preço vai cair.

* Cássio Bobsin Machado tem 33 anos e é CEO da Zenvia.

PIRELLI HOMOLOGA SCORPION™ ATR E SCORPION™ MTR NO NOVO SUZUKI JIMNY 4 SPORT

 pneus Scorpion ATR e Scorpion MTR estão homologados no novo Suzuki Jimny 4 Sport nas medidas 205/70R15 e 215/75R15, respectivamente. Os dois modelos são integrantes da família Scorpion™, que dispõe de produtos projetados tanto para os SUVs mais potentes e modernos quanto aos 4x4 mais tradicionais e adequados a todos os tipos de uso, do asfalto ao off-road.

O desenho de banda de rodagem do Scorpion™ ATR facilita a condução em terrenos mais exigentes e ajuda a resistir aos choques em terrenos acidentados. Oferece ainda frenagem e segurança nas curvas e caracteriza-se pelo uso misto (on e off-road), além de garantir grande resistência a aquaplanagem e conforto ao dirigir por conta do baixo nível de ruído.

Já o Scorpion™ MTR foi projetado para veículos off- road, com alta resistência a impactos laterais e uma grande capacidade de autolimpeza. É o pneu ideal para quem aprecia o estilo e o uso fora de estrada, sem deixar de percorrer longos trechos de asfalto, com conforto e uma alta quilometragem garantida.

Scorpion™ ATR no Desafio Jimny 2014

“Nos 100.000 quilômetros percorridos pelo desafio, foram consumidos dois jogos de pneus Scorpion™ ATR na medida 205/70R15. Aos 50 mil quilômetros, os pneus foram substituídos na cidade de Campo Grande, única na região que oferecia condições para que a troca preventiva fosse feita. Este primeiro jogo, levando-se em consideração o residual de borracha da banda de rodagem, aguentaria, ao menos, 15 mil quilômetros a mais”, afirma Fabio Magliano, gerente de produtos Pirelli.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

MULTICASE E FISHFIRE APRESENTAM ARENA BRAHMA NO JOCKEY CLUB

Agências de entretenimento se reúnem para criar espaço da cervejaria, durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo

As agências de entretenimento Multicase e Fishfire Ideas apresentam o projeto Arena Brahma, no Jockey Club de São Paulo, durante a Copa do Mundo, a partir do primeiro jogo do Brasil, dia 12 de junho. Com a proposta de criar um ambiente para ser o ‘ponto de encontro oficial’ de jovens paulistanos, a Arena Brahma contará com 12 horas de festa para divertir o público antes, durante e depois dos jogos da seleção brasileira. “Criamos esse projeto com o intuito de reunir um público jovem e descontraído em um só lugar”, afirma Ricardo Fleury, sócio da Multicase e um dos idealizadores do projeto. “Queremos misturar todos os ingredientes necessários para uma grande celebração: amigos, cerveja e futebol!”, completa Guilherme Teixeira, da Fishfire.
Arena Brahma acontecerá em todos os jogos do Brasil da primeira fase: Brasil x Croácia (12/06), Brasil x México (17/06) e Brasil x Camarões (23/06) e acompanhará a seleção brasileira em todas as etapas eliminatórias, caso a seleção seja classificada para as próximas fases da competição.
Shows ao vivo, DJs convidados e transmissões das partidas em telões de LED farão parte do ambiente que irá oferecer chopp Brahma ilimitado durante os 90 minutos da partida.

O museu da Audi apresenta a mostra: a DKW VEMAG e o novo amanhecer do Brasil

"Ordem e Progresso": uma exposição especial no Audi museum mobile a partir de 21 de maio
·         A Audi Tradition documenta a história da empresa no país que receberá a Copa do Mundo de 2014
·          A DKW levou a mobilidade em dois tempos ao país do futebol e da bossa nova

Ingolstadt, 19 de maio de 2014 - Quando a seleção brasileira de futebol venceu pela primeira vez a Copa do Mundo, em 1958, o maior e mais populoso país da América do Sul vivia o amanhecer de uma nova era, com o astro do futebol, Pelé, projetado para a fama, o arquiteto Oscar Niemeyer criando Brasília, a nova capital do país como uma utopia moderna e o som da bossa nova se propagando para o mundo desde Copacabana. A forma como a Auto Union GmbH, de Ingolstadt, Alemanha, acompanhou esse período com seus automóveis DKW é mostrada nesta exposição especial realizada no museu da Audi:  "Ordem e Progresso - A DKW VEMAG e o novo amanhecer do Brasil" (de 21 de maio a 21 de setembro). "Ordem e Progresso" é o lema oficial do Brasil.

Você sabia que houve modelos da DKW produzidos no Brasil? Que o DKW foi o carro da classe média brasileira na década de 1960? Que Pelé venceu a Copa do Mundo com 17 anos, mas só fez exame para tirar carteira de motorista aos 18, com um DKW? Que o legendário campeão mundial Emerson Fittipaldi destruiu o DKW de seus pais com 12 anos de idade durante as férias da família, antes de conquistar seu primeiro triunfo de sua vitoriosa carreira automobilística em 1966, num DKW GT Malzoni? Que logo que Brasília foi inaugurada, apenas DKWs podiam ser usados como taxis na cidade?  Que o último automóvel DKW não foi feito pela Auto Union em Ingolstadt, mas em 1967 na VEMAG, em São Paulo? A exposição aborda esses e muitos outros fatos sobre a história da DKW no Brasil.

O automóvel desempenhou um importante papel no caminho do Brasil rumo à prosperidade. Inicialmente, a maioria dos carros que rodavam no país era importada dos Estados Unidos, mas também da Alemanha. A Volkswagen importava o Fusca, enquanto a Auto Union fornecia peças para montagem local da perua DKW F91 Universal no Brasil.  Mas logo a empresa Veículos e Máquinas Agrícolas S.A., mais conhecida como VEMAG, começaria a fabricar carros totalmente nacionalizados em São Paulo. Os modelos receberam os nomes locais de Belcar (sedã), Vemaguet (perua) e Candango (jipe) e venderam muito bem. Em meados da década de 1960, a VEMAG era a terceira maior empresa automotiva no mercado brasileiro. No total, 109.343 DKWs VEMAG foram vendidos.

A VEMAG introduziu vária modificações nos modelos da DKW, entre elas a inversão da abertura das portas dianteiras, originalmente do tipo “suicida” (que abria para a frente) pelo sentido tradicional, mais seguro. A última versão do Belcar e da Vemaguet tinha uma dianteira totalmente original, com quatro faróis, jamais feita na Alemanha.

A empresa brasileira chegou até mesmo a criar um modelo próprio, combinando a tecnologia alemã com o design italiano, o DKW Fissore. Além disso, Genaro "Rino" Malzoni acrescentou à história da marca um toque se exotismo brasileiro. Tomando o chassi encurtado de um DKW como base, esse fazendeiro e entusiasta do automóvel projetou um ágil carro-esporte, o DKW GT Malzoni. Apenas 35 unidades dele foram construídas, entre elas alguns modelos especiais para competição.

Em 2007, a Audi Tradition entrou em contato com a comunidade brasileira de fãs da DKW e conseguiu localizar um exemplar desse raro automóvel, que foi restaurado no Brasil. Acredita-se que existam doze Malzonis remanescentes em todo o mundo.  Este único DKW GT Malzoni existente na Europa é um dos destaques da exposição especial "Ordem e Progresso" - a DKW VEMAG e o novo amanhecer do Brasil, promovida pelo museu da Audi.

O DKW GT Malzoni é considerado pelos fãs da DKW como o "Santo Graal" da marca.  Na mostra, ele é ladeado por dois outros DKWs brasileiros pertencentes à Audi Tradition: um DKW Belcar, um dos últimos DKWs produzidos no mundo, e o modelo local DKW Fissore, juntamente com outros veículos históricos.

Desde a década de 1930, modelos da Auto Union foram vendidos no Rio de Janeiro e em São Paulo. A Auto Union Brasil Ltda., no Rio de Janeiro, que importava produtos da Auto Union, foi estabelecida em novembro de 1935. Modelos da marca Wanderer, pertencente à Auto Union, também tiveram vendas expressivas no Brasil naquela época. Um Wanderer W 24 está exposto no museu, juntamente com os modelos dos últimos anos da DKW no Brasil (1967), quando a Auto Union foi comprada pela Volkswagen. O DKW GT Malzoni foi sucedido pelo DKW Puma GT e, a partir de 1968, pelo VW Puma. A Audi Tradition também está mostrando modelos feitos posteriormente pela VW para o mercado brasileiro, como o sedã EA 97 (conhecido popularmente como Zé do Caixão) e o esportivo SP2.

O estilo de vida brasileiro e a criatividade do período do novo amanhecer, sem deixar de lado seus percalços, são lembrados em três produções especiais no museu. Uma série de painéis luminosos registra o ousado plano do governo liderado pelo presidente Juscelino Kubitschek para construir a nova capital, Brasília, no centro geográfico do país como um exemplo do urbanismo moderno. Os visitantes da exposição também podem escutar samba e bossa nova em duas "cadeiras sonoras". O futebol também está fortemente presente na exposição: num painel de vídeo, os visitantes podem assistir aos maiores momentos vividos por Pelé nas três Copas do Mundo em que foi campeão, enquanto outro mostra cenas dos onze gols da Seleção Brasileira na Copa de 1982.  Esse time, que contava com a maestria de Sócrates, Zico e Falcão, é considerado um dos mais criativos da história, apesar de não ter passado da segunda fase do campeonato.

A atual Audi AG fabricou o Audi A3 em São José dos Pinhais, próximo a Curitiba, entre 1999 e 2006. A Audi voltará a produzir carros no Brasil em 2015.

Com Dia das Mães, vendas em SP saltam 26% na primeira quinzena de maio, aponta Balanço da ACSP

Crescimento foi verificado ante o mesmo período de abril; Balanço de 
Vendas da Associação Comercial de SP também mostra alta moderada 
de 2,4% em relação ao mesmo período de 2013   

Impulsionadas pelo Dia das Mães, as vendas no varejo da capital paulista 
saltaram, em média, 26,3% na primeira quinzena de maio ante o mesmo 
período de abril. É o que revela o Balanço de Vendas da Associação Comercial 
de São Paulo (ACSP).

"Essa alta é de caráter sazonal, já que o Dia das Mães é a segunda melhor 
data para o comércio, e está dentro da média dos últimos três anos, 
que ficou entre 20% e 30%", comenta Rogério Amato, presidente da 
ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo
 (Facesp).

Separadamente, as vendas à vista, medidas pelo ICH (Indicador de 
Movimento de Cheques), apresentaram melhor desempenho, com avanço de 
39,8% ante abril, puxado por presentes como roupas, itens de perfumaria
 e outros produtos de uso pessoal escolhidos para presentear as mães.

Já as vendas a prazo, que compõem o Indicador de Movimento do Comércio 
a Prazo (IMC), aumentaram 12,8% nos primeiros quinze dias de maio 
ante abril. A alta decorre das vendas de TVs para a Copa do Mundo, 
smartphones e eletrodomésticos que são tipicamente escolhidos como 
presentes para as mães.

Em relação à primeira quinzena do ano passado, o aumento das vendas 
foi moderado e ficou dentro das expectativas, com leve alta de 2,4%, 
em média. Separadamente, as vendas à vista e a prazo avançaram 2,6% 
e 2,2%, respectivamente. "Esse crescimento moderado se deve à atual 
conjuntura, caracterizada por juros altos, crédito em desaceleração, 
queda na confiança do consumidor e inflação dos alimentos", explica Amato.

Inadimplência continua em queda

Assim como nos meses anteriores, a tendência atual é de queda na 
inadimplência, segundo os dados do Balanço de Vendas da ACSP da primeira 
quinzena de maio. Chega-se a essa conclusão ao se constatar que os
 números do IRI (Indicador de Registro de Inadimplentes) estão menores 
que os do IRC (Indicador de Recuperação de Crédito). O IRI mede a entrada
 de registro de consumidores inadimplentes. Já o IRC aponta os cancelamentos
 de dívidas.  
O IRI marcou leve alta de 1,7% ante abril e de 3% ante a primeira
 quinzena de maio de 2013. O IRC apontou altas expressivas de 9,7% e 
de 4,5% ante abril e ante 2013, respectivamente.
"Os dados indicam que prossegue a propensão à queda da inadimplência, 
como nos últimos meses. Esse cenário decorre da concessão de crédito 
mais rigorosa e à maior atenção do consumidor, que está mais 
cauteloso para adquirir produtos financiados", conclui o presidente da ACSP.    
Os dados do Balanço de Vendas da ACSP são feitos a partir de 
amostra fornecida pela Boa Vista Serviços.

Veja a tabela:
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Uma pequena ilhota no Rio Paraná, onde a água produzia um som que lembrava um canto, deu nome à hidrelétrica

Em tupi-guarani, Itaipu quer dizer “a pedra que canta”. Era este o nome de
uma ilhota, que permanecia quase todo o tempo escondida pelas águas, onde
os técnicos verificaram que havia um rendimento energético excepcional, em
virtude de um longo cânion escavado pelo Rio Paraná.

Em 1973, foi esse o ponto escolhido pelos engenheiros e técnicos que
desenvolviam o projeto da nova usina. Depois de muitas análises feitas a
bordo de um barco, eles tinham encontrado o local onde seria erguida a
usina. O nome seria uma consequência dessa escolha.


No ano seguinte, com a chegada das primeiras máquinas ao canteiro de obras,
começaria a ser construída a Itaipu Binacional. O passo decisivo para essa
construção de seu exatamente há 40 anos, em 17 de maio de 1974, com a
criação da empresa.


Um “trabalho de Hércules”, na avaliação da revista “Popular Mechanics”, dos
Estados Unidos, que em 1995 incluiu a usina entre as sete maravilhas
mundiais da engenharia.


No segundo semestre de 1984, estava estruturado o acampamento pioneiro, com
as primeiras edificações para escritórios, almoxarifado, refeitório,
alojamento e posto de combustíveis, que existe até hoje. As estradas de
terra de acesso ao canteiro de obras foram abertas.


“Formigueiro”


Pouco a pouco, a região começava a transformar-se num “formigueiro” humano.
Entre 1975 e 1978, mais de 9 mil moradias foram construídas nas duas
margens para abrigar os homens que atuavam na obra. Foi necessário erguer
até um hospital, o Madeirinha, que mais tarde se tornaria o Costa
Cavalcanti.


 À época, Foz do Iguaçu era uma cidade com apenas duas ruas asfaltadas e
cerca de 20 mil habitantes. Em apenas dez anos, a população saltou para
101.447 habitantes.


No canteiro de obras, a primeira tarefa foi alterar o curso do Rio Paraná,
removendo 55 milhões de metros cúbicos de terra e rocha para escavar um
desvio de dois quilômetros de extensão, 150 metros de largura e 90 metros
de profundidade. Em 20 de outubro de 1975, as duas ensecadeiras que
protegiam a construção do novo curso foram explodidas, liberando a entrada
de água do Paraná. O novo canal permitiu que o trecho do leito original do
rio fosse secado, para receber a barragem principal, em concreto.


A nova fase de construção da usina é a concretagem da barragem, que exigia
mais e mais operários: entre 1978 e 1981, até 5 mil pessoas eram
contratadas por mês. No pico das obras, Itaipu utilizou cerca de 40 mil
trabalhadores no canteiro de obras e nos escritórios de apoio no Brasil e
no Paraguai.


Na obra, o lançamento de concreto na barragem bateu um recorde
sul-americano em 14 de novembro de 1978: 7.207 metros cúbicos, o
equivalente a um prédio de dez andares a cada hora ou 24 edifícios num só
dia. O total de concreto despejado na barragem - 12,3 milhões de metros
cúbicos - seria suficiente para concretar quatro rodovias do porte da
Transamazônica.


Mais números gigantescos: em 1980, o transporte de materiais para a
construção da usina mobilizou 20.113 caminhões e 6.648 vagões ferroviários.


Montagem


Com a concretagem quase pronta, a fase seguinte foi a montagem das unidades
geradoras. O transporte de peças inteiras, dos fabricantes até a usina, era
um grande um desafio.


A primeira roda da turbina, com 300 toneladas, saiu de São Paulo em 4 de
dezembro de 1981 e chegou ao canteiro de obras somente em 3 de março de
1982. Como a rede viária e algumas pontes existentes nas várias
alternativas de trajeto não tinham condições de suportar o peso, a carreta
que levava a peça teve de percorrer o caminho mais longo, com 1.350 km. O
transporte das rodas de turbina ganharia agilidade posteriormente. O
recorde foi de 26 dias de viagem entre a fábrica e a usina.


As obras da barragem chegaram ao fim em outubro de 1982. Mas os trabalhos
na Itaipu prosseguiram. O fechamento das comportas do canal de desvio, para
a formação do reservatório da usina, deu início à operação Mymba Kuera (que
em tupi-guarani quer dizer “pega-bicho”). A operação salvou a vida de
36.450 animais que viviam na área a ser inundada pelo lago.


Justamente na época do enchimento do reservatório, o Rio Paraná enfrentou
uma enchente histórica. Em consequência, as correntezas do Rio Paraná,
somadas às chuvas abundantes naquele período, levaram apenas 14 dias para
encher o reservatório de 1.350 km², o sétimo maior do Brasil.


No dia 5 de novembro de 1982, os presidentes do Brasil, João Figueiredo, e
do Paraguai, Alfredo Stroessner, acionaram o mecanismo que levanta
automaticamente as 14 comportas do vertedouro e liberam a água represada do
Rio Paraná. Assim, foi oficialmente inaugurada a maior hidrelétrica do
mundo, após mais de 50 mil horas de trabalho.


Decisão


A entrada em operação da usina, prevista inicialmente para 1983 (atrasou
apenas um ano), correu o risco de ser adiada indefinidamente. O Brasil, que
na década anterior crescia celeremente, foi duramente atingido pela segunda
crise do petróleo, a de 1979, que afugentou os investidores. Ninguém mais
queria emprestar dinheiro, a não ser a juros astronômicos.


Apesar dessa situação difícil, o governo brasileiro decidiu que a produção
deveria começar o mais depressa possível. Outras obras sofreriam atrasos ou
poderiam parar, como a Transamazônica, a Ponte Rio-Niterói e o programa
nuclear brasileiro, mas Itaipu, já com 85% das obras civis concluídas e com
as demais obras com contratos que precisavam ser honrados, teria que
prosseguir.


Na época, a maior hidrelétrica em operação no Brasil era Ilha Solteira, a
montante do rio Paraná, na divisa dos estados de São Paulo e Mato Grosso.
Concluída em 1978, Ilha Solteira tinha 20 unidades geradoras e 3.444 MW de
potência instalada, bem inferior aos 12.600 MW das 18 primeiras unidades
projetadas para Itaipu (outras duas unidades foram instaladas em 2006 e
2007, ampliando a capacidade para os atuais 14 mil MW).


E a obra prosseguiu, mesmo que inicialmente o Brasil já não tivesse
necessidade da energia que Itaipu iria gerar. O quadro mudaria radicalmente
já em meados da década de 1990, quando Itaipu passou a produzir acima da
energia garantida prevista no Tratado de Itaipu – 75 milhões de MWh.


Foram 77,2 milhões de MWh em 1995, 81,6 milhões de MWh em 1996 e assim
sucessivamente – energia que o Brasil cada vez mais precisava. A usina
rompeu a barreira dos 90 milhões de MWh em 1999, mas por muito pouco –
foram 90.001.654 de MWh.



No dia 17 de maio de 1974, há exatos 40 anos, era constituída a empresa
binacional Itaipu, para gerenciar a obra e, futuramente, administrar o
empreendimento hidrelétrico.


Começaria ali a saga da construção de um megaempreendimento, que mobilizou
milhares de pessoas e bilhões de dólares e transformou parte do Oeste
paranaense e todo o Paraguai. Uma obra que gerou, obviamente, muitas
polêmicas e dúvidas, mas que logo se confirmaria como essencial para o
desenvolvimento dos dois países.


Resultado de intensas negociações diplomáticas, Itaipu é também uma grande
obra de engenharia política, financeira e jurídica, mesmo antes dos
projetos começarem a sair do papel.


Um breve resumo do que representou Itaipu para os dois países:


Diplomacia: Permitiu a resolução pacífica de uma disputa de fronteiras
entre Brasil e Paraguai.


Integração: A entidade binacional criada para construir a usina de Itaipu
foi uma iniciativa precursora de integração entre países no continente
sul-americano, sendo um dos exemplos que levaram à criação do Mercosul.


Infraestrutura: A construção da usina exigiu a implantação de estradas,
ruas, escolas e hospitais nas duas margens, Brasil e Paraguai.


Economia: O pagamento de royalties pela geração de eletricidade representa
aproximadamente US$ 230 milhões por ano a cada país. No Brasil, o montante
repassado aos municípios vizinhos ao reservatório significa em média um
aumento de 52% na arrecadação, beneficiando cerca de 600 mil pessoas.


Referência: A usina binacional hoje é referência não apenas na produção de
energia elétrica, mas também no bom uso dos recursos naturais renováveis;
destaca-se pelas políticas de direitos humanos, onde se incluem projetos
sociais e a defesa da equidade de gênero e raça.


E é também referência no apoio ao desenvolvimento de energias alternativas,
como o biogás, e no estímulo e incentivo ao ensino superior e à criação de
novas tecnologias, para citar apenas alguns dos muitos aspectos positivos
de Itaipu.


Usina dos recordes: muito além do que previa o projeto

Neste ano, mais precisamente no dia 5 de maio, a Itaipu completou 30 anos
de geração. Outro marco na história da empresa. Entre 2003 e 2013, a usina
de Itaipu produziu, em média, 91,3 milhões de megawatts-hora (MWh), volume
muito superior à energia garantida, prevista no Tratado que deu origem à
binacional: 75 milhões de MWh.

A produção de 2013 - 98.630.035 MWh - garantiu 17% de toda a energia
elétrica consumida no Brasil e atendeu 75% da demanda paraguaia.
Mesmo com capacidade 60% superior, a usina chinesa de Três Gargantas – a
maior do mundo, com 22.400 MW de potência contra os 14 mil MW de Itaipu –
não superou o volume gerado pela binacional brasileiro-paraguaia em 2012 e
em 2013.

O alto índice se explica principalmente pelo bom desempenho do Rio Paraná,
que, graças às mais de 45 usinas a montante de Itaipu, mantém um fluxo de
água superior a 8 mil metros cúbicos por segundo durante mais de 90% do
tempo.

Mas há também outros fatores. Entre os mais importantes, estão o bom
projeto da usina, a gestão técnica e administrativa eficiente e o perfeito
entrosamento entre a área técnica de Itaipu e as empresas da cadeia de
energia do Brasil e do Paraguai (Eletrobras, ONS, Ande, Copel e Furnas,
Especialmente). Com destaque para os padrões de excelência na operação e na
manutenção.

Total acumulado
Desde a entrada em operação efetiva da primeira unidade geradora, em 5 de
maio de 1984 – nove anos depois do início das obras da usina -, Itaipu
gerou um total acumulado de 2,16 bilhões de MWh, energia suficiente para
abastecer o mundo inteiro por 38 dias.

O maior mercado consumidor de eletricidade do mundo, a China, poderia ser
abastecido por 5 meses e 9 dias; os Estados Unidos, por 6 meses e 5 dias.

O mercado brasileiro, por sua vez, teria energia por 4 anos e 8 meses,
enquanto seu parceiro no empreendimento, o Paraguai, seria atendido por
nada menos que 176 anos e 9 meses.


Ainda mais


Embora detenha o recorde mundial de geração de energia, a área técnica de
Itaipu ainda não está satisfeita. A meta, para os próximos anos, é atingir
100 milhões de MWh.


Para isso, segundo o diretor técnico executivo, Airton Dipp, será preciso
garantir a “saúde” dos equipamentos, que operam ininterruptamente há 30
anos, com investimentos constantes na manutenção e, onde isso for possível,
também na atualização tecnológica.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Governo posterga, mas insiste em manter aumento de impostos

APAS vê com preocupação o aumento de impostos, que começa a valer a partir de setembro

Após reunião com representantes do setor de bebidas, bares e restaurantes, realizada no dia 13 de maio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o aumento do imposto incidente sobre as chamadas bebidas frias foi adiado por três meses. Segundo ele, a elevação não ocorrerá de uma única vez, mas será feita de forma "escalonada" (parcelada).
Com isso, cervejas, refrigerantes, refrescos, isotônicos e energéticos terão seus preços reajustados somente a partir de setembro. O plano inicial do governo era subir a tributação a partir de junho.

Segundo o ministro da Fazenda, há uma preocupação do governo com a inflação e, também, em manter os preços das bebidas sem aumento durante a Copa do Mundo, que tem início em meados de junho. "Sem dúvida, temos preocupação que a inflação permaneça sob controle e esse setor pode dar uma contribuição importante.

Então, fizemos aqui um pacto que não haveria aumentos de preços durante a Copa e, de preferência também, depois da Copa. Todos os setores concordaram. O setor vai também postergar, não vai fazer aumento. Será uma Copa sem aumento de bebidas", afirmou Mantega.

O presidente-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo SolmucciJunior, que participou do encontro com o ministro da Fazenda, disse que o adiamento do aumento de tributos também foi motivado por possíveis demissões que poderiam acontecer.

"O governo se sensibilizou não só por causa da Copa, mas por causa da expectativa de 200 mil empregados demitidos [após a Copa do Mundo]. A ideia é que o reajuste aconteça a partir de setembro e de forma escalonada", disse Solmucci. Segundo ele, a alta da tributação em junho, da forma como estava planejada anteriormente, reduziria o faturamento do setor de bares e restaurantes de 10% a 12%.

A Associação Paulista de Supermercados (APAS) também vê com preocupação a futura elevação de impostos para bebidas frias, uma vez que implicaria na elevação dos preços finais ao consumidor, cabendo ao empresário supermercadista o desafio de manter os negócios com o repasse dos preços. “O setor e, principalmente, o consumidor não quer mais aumento de impostos em nenhuma categoria de produtos”, afirmou o presidente da entidade, João Galassi.

Aumento do tributo
No fim de abril, a Receita Federal informou que o aumento nos tributos sobre as bebidas frias seria de 2,25% a partir de junho – o que deveria gerar um aumento da arrecadação de mais de R$ 2 bilhões pelo governo federal.

Ao anunciar a alta dos tributos sobre as bebidas frias no mês passado, o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, afirmou que a decisão era “eminentemente técnica” e servia para "reequilibrar a base de cálculo dos tributos cobrados sobre esses produtos". A última revisão dessa tabela havia ocorrido em maio de 2012.

Sobre a APAS– A Associação Paulista de Supermercados representa o setor supermercadista no estado de São Paulo e busca integrar toda a cadeia de abastecimento. A entidade conta com 1,2 mil associados, que somam 2,8 mil lojas.

Gestão de relações com a mídia APAS – Associação Paulista dos Supermercados

Elring lança juntas para motores MWM, MAN e Iveco durante a Autopar 2014

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MWM X12 Euro 5
A Elring, marca de reposição do grupo alemão Elring Klinger, apresenta vários lançamentos durante a Autopar 2014, que acontecerá de 4 a 7 de junho no Expotrade, em Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba (PR). Entre as novidades, estão as Juntas de Cabeçote (metal-borracha) para motores MWM X12 Acteon - EURO 5, MAN D0834, D0836 e D2676,  e a Junta da Tampa de Válvula para motor Iveco Cursor 8L.

Com a marca Elring, o mercado de reposição nacional tem acesso a produtos da mais alta qualidade, fabricados pelo grupo ElringKlinger, que há décadas atende diretamente as principais montadoras de automóveis do mundo e utiliza todo seu know-how para produzir autopeças para reposição da mais alta qualidade a preço bastante competitivo.

A linha Elring é composta por mais de 4.500 itens, incluindo juntas de cabeçote, juntas especiais (escapamento, cárter, admissão, bomba de óleo, etc.), retentores (comando e haste de válvula, volante, roda, câmbio, etc.), parafusos de cabeçote e biela, jogos superiores e inferiores, jogos completos e kits para reparação de turbinas.

Sobre a ElringKlinger - Presente há 18 anos no País, a multinacional alemã ElringKlinger é a principal fornecedora de juntas de cabeçote do mercado nacional, com a produção anual de 16 milhões de Juntas Automotivas, 8,5 milhões de Chapas Defletoras, além de Tampas Plásticas para comando de Válvulas de Motor e juntas planas metal soft 'Ferroflex'.  

A companhia faz investimentos constantes em seu moderno Parque Fabril em Piracicaba (SP), o que impulsiona sua produção para os mercados OEM e AM. Nos últimos anos o grupo investiu R$ 20 milhões na unidade brasileira, com a ampliação da capacidade de produção e a chegada de novos equipamentos, entre eles prensas robotizadas de 600 toneladas.

ABNT participará da 30ª Feira Internacional de Mecânica

Evento internacional já chega a sua trigésima edição

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) apoiará a realização da 30ª Feira Internacional de Mecânica, nos dias 20 a 24 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. A entidade estará à disposição dos visitantes para tirar dúvidas e apresentar as normas existentes para manter a segurança e maior controle do segmento de mecânica.

A Feira Internacional de Mecânica contará com a presença das maiores empresas do ramo, e lançamento de novidades, dentre eles serviços, negócios, e tecnologia. Com uma ampla variedade de maquinário utilizado na elaboração de projetos, produção e controle. A Feira é o maior evento da indústria e é realizada bianualmente

Sobre a ABNT

A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social.

Serviço

Mecânica 2014
30ª Feira Internacional da Mecânica
20 a 24 de maio de 2014
3ª a 6ª - das 10h às 19h
Sábado - 9h às 17h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209| - Santana - São Paulo/SP

Para mais informações, acesse: http://www.mecanica.com.br/

Naturale apresentou novidades na APAS 2014

Com o objetivo de levar a sua marca a um expressivo público, a Naturale participou na semana passada da Feira APAS, que aconteceu no Expo Center Norte, em São Paulo. 
 
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Estande da Naturale. Foto: Batista
 
Durante o evento que está entre os principais do setor, a empresa apresentou ao mercado quatro novos sabores de barras de cereais: Castanhas com cobertura de Chocolate, Coco com cobertura de Chocolate, Banana e Morango.
 
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As novas barras de cereais chegam às gôndolas de todo país até agosto.
Imagens: Oficina Design Up
 
Os visitantes puderam conhecer de perto e experimentar as novidades, além de obter mais informações sobre todo o mix de produto que estava exposto no amplo estande. “Distribuímos mais de 10 mil barras de cereais para as pessoas que participavam da feira e foram nos visitar”, explica a diretora de marketing, Natália Dolzan.
 
 
De acordo com a empresária, o evento superou as expectativas iniciais e gerou resultados positivos. “Ampliamos nossa carteira de clientes nacionais, sendo que muitos destes novos clientes apresentaram interesse de que façamos produtos de marca própria para eles”, contou ela, que complementou: “Também alinhamos negociações com clientes internacionais, como o Chile e Peru, e estamos analisando a viabilidade de exportar para os USA”.
 
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Instalada em uma moderna planta industrial na cidade de Lagoa Vermelha, no interior do Rio Grande do Sul, a Naturale transforma a aveia em subprodutos para a alimentação humana. Nos últimos anos, vem se consolidando no mercado como importante fornecedora e tem desenvolvido produtos com sua marca e também para “marcas próprias” de grandes redes supermercadistas, como Carrefour, Pão de Açúcar, Walmart, Dia%, Cencosud e Unidasul. 
 
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Sede da Naturale em Lagoa Vermelha. Fotos: Studio 10.
 
No estande da marca na APAS 2014 também estavam expostos os demais produtos do mix da empresa: aveia em flocos, aveia em flocos finos, farinha de aveia, aveias saborizadas (banana e canela, mel e chocolate), granolas, barras de cereais, cookies, musli, além das barras de cereais lançadas no ano passado: 7 Grãos, Granola, Doce de Leite com Cobertura de Chocolate e Doce de Leite. “O sucesso delas no mercado foi tão grande que tivemos que ampliar nossa unidade fabril, adquirindo maquinário e criando mais uma linha de produção, pois duplicamos a capacidade de produção”, revela o diretor comercial da Naturale, Cristiano Dolzan.
 
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Os irmãos Cristiano e Natália Dolzan. Foto: Studio 10.
 
De acordo com o executivo, as barras de cereais são o carro chefe da marca e representam 40% do faturamento da empresa. “Fabricamos as barrinhas com ingredientes especiais, ricos em vitaminas e fibras, como aveia, quinua, chia, e mel de abelha”, explica, e completa: “O processo de criação é complexo e, para lançarmos uma nova barra de cereal, realizamos diversas pesquisas e testes, pois queremos criar produtos saudáveis, mas que também sejam saborosos”.

1.316 MILHÕES DE PESSOAS AO REDOR DO MUNDO CONHECERAM O REALISMO MÁGICO COLOMBIANO

A campanha para atrair o turista internacional completou um ano. Por meio da ação, a oferta turística das regiões colombianas chegou a 20% da população mundial

A Proexport Colômbia, organização governamental com o objetivo de promover o turismo, as exportações e os investimentos da Colômbia, destaca os números do primeiro ano da Campanha Colômbia É Realismo Mágico. Mais de 1.300 milhões de pessoas no mundo conheceram a Colômbia por meio do slogan ‘Colômbia é Realismo Mágico’, a campanha de promoção turística internacional da Proexport.

Ao entregar o balanço do primeiro ano do começo da estratégia, criada para atrair mais viajantes internacionais, mediante a exaltação da mistura de realidade e fantasia que vive- se em cada canto do país, a presidente da Proexport Colômbia, María Claudia Lacouture, disse: “Em torno de 1.316 milhões de pessoas, o equivalente a 20% da população mundial, têm sido impactadas pelas ações que desde abril de 2013 a Proexport realiza para promover os atrativos turísticos nacionais com o slogan Colômbia é Realismo Mágico”.

Entre as ações feitas pela entidade figuram a participação em feiras especializadas, a realização de apresentações de destino e a organização de macro rodadas e outros eventos.

De acordo com os cálculos da organização, como resultado destes encontros, um total de 14.829 profissionais do setor turístico na Ásia, América, Europa e Oceania vendem experiências únicas de Colômbia em todo o mundo.
“Nestes espaços dedicados ao público profissional foram gerados 8.300 oportunidades de negócio para turismo de aventura, natureza, cultura, reuniões, sol e praia, náutico e cruzeiros, que vendem no exterior os empresários Colombianos”, indicou a presidente da Proexport.

Até o momento, 36 cartazes, 11 vídeos testemunhais e quatro comerciais integraram parte do material promocional da campanha, disponíveis em espanhol, inglês, alemão, francês, russo, japonês e mandarim. O impacto corresponde a 20 %da população mundial:
o   América: 866 milhões de pessoas (representa o 91% do total da população do continente)
o   Europa: 409 milhões de pessoas (representa o 55% do total da população do continente)
o   Ásia: 41 milhões de pessoas (representa o 34% do total da população do continente)