quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

ZF marca presença na Fórmula E com Lucas di Grassi na equipe ABT Cupra

 


  • Conjunto propulsor elétrico composto por motor, transmissão e inversor dos carros da ABT Cupra são da ZF e chegam a 320 km/hora
  • Lucas Di Grassi, brasileiro, é o piloto de maior sucesso na ABB FIA Formula E World Championship e integra equipe ABT Cupra na décima temporada da competição
  • Brasil sediará pela segunda vez uma corrida na categoria de carros elétricos, no dia 16 de março, em São Paulo, utilizando o Sambódromo do Anhembi e seus arredores como circuito de rua

A ZF é parceira oficial de powertrain da equipe ABT Cupra na Fórmula E, que tem o piloto Lucas Di Grassi integrando a equipe na temporada 2024.  O piloto da ABT é considerado o de maior sucesso da competição, desde o início em 2014. Além de ser o piloto a vencer a primeira corrida da história da Fórmula E, Di Grassi soma um título, dois vice-campeonatos e dois terceiros lugares, além de ser o recordista de pódios (40). Ele também conquistou mais pontos do que qualquer outro piloto da categoria, totalizando 1.041. 

O retorno de Di Grassi à ABT, (sua primeira equipe na categoria) marcou o momento em que a equipe completou 100 corridas na Fórmula E, durante a primeira etapa de 2024, no México. O objetivo na temporada é de elevar ao máximo o nível competitivo do time e acelerar o desenvolvimento do carro da equipe.  O carro de Lucas di Grassi possui um conjunto propulsor elétrico composto por um motor, um inversor e uma transmissão da ZF. 

Refinamento técnico constante

A ZF e a ABT Cupra compartilham o objetivo de demonstrar que eletrificação e desempenho são a combinação perfeita. Competindo em circuitos de rua em alguns dos destinos mais emblemáticos do mundo, a Fórmula E impulsiona a sustentabilidade para carros de corrida que representam as mais recentes tecnologias em desempenho e eficiência.

As áreas de aplicações de automobilismo, aplicações de produção de pequenos volumes, engenharia, consultoria e testes da ZF são coordenadas pela ZF Race Engineering. As competições de alta performance como a ABB FIA Formula E World Championship trazem à ZF a oportunidade de testar a tecnologia de produção futura, sob as condições extremas das pistas de corrida. 

Misturando alta velocidade com mínimos ruídos e zero emissões, a presença da ZF na Fórmula E vem trazendo refinamentos técnicos ano a ano, especialmente em termos de peso e eficiência.

Potência e sustentabilidade

O carro de corrida elétrico Gen3 pode atingir 0-60 mph (100 km/h) em menos de três segundos, velocidade máxima de 200 mph (320 km/h) graças ao seu motor elétrico que fornece cerca de 350 kw (470 bhp) com o dobro da eficiência de um motor de combustão interna equivalente.

O veículo é mais leve e mais eficiente que sua geração anterior, com um peso máximo de 840 kg e uma recuperação máxima de 600 kW. Isso trouxe um impacto direto no trem de força.  A equipe de desenvolvimento implementou um processador que oferece maior potencial de otimização de desempenho, principalmente na área de controle de software. 

Outros objetivos de desenvolvimento incluíram a redução de peso e um novo revestimento para a transmissão da ZF, que já é considerada uma das mais eficientes da área. O motor elétrico também contribui para melhorar o sistema geral com uma velocidade máxima mais elevada e uma vantagem simultânea de peso. 

O calendário terá um total de 16 provas em 10 locais.

Confira:

Etapa

Local

Data(s)

1

Cidade do México, México**

13 de janeiro

2 e 3

Diriyah, Arábia Saudita**

26-27 de janeiro

4

São Paulo, Brasil

16 de março

5

Tóquio, Japão

30 de março

6 e 7

Misano, Itália

13-14 de abril

8

Mônaco

27 de abril

09 e 10

Berlim, Alemanha

11-12 de maio

11 e 12

Xangai, China

25-26 de maio

13 e 14

Portland, Estados Unidos

29-30 de junho

15 e 16

Londres, Reino Unido

20-21 de julho

Imagens:

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Legenda: Lucas Di Grassi. 

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Imagem.2 - Formula E.jpg

 

 

sábado, 17 de fevereiro de 2024

Hard Rock Cafe Curitiba revela segredos dos drinks mais icônicos da casa

 Com opções clássicas e exclusivas, restaurante oferece bebidas consagradas em todo o mundo; algumas delas têm histórias curiosas

Há décadas, o Hard Rock Cafe tem a fama de preparar drinks diferenciados e carregados de boas histórias. Ao degustar as bebidas da casa, alguns clientes ficam curiosos sobre a origem das receitas e a história dentro de cada copo. Algumas dessas bebidas têm histórias curiosas e misturas exóticas - a grande maioria delas inspirada na "Coquetelaria Tiki", criada na década de 40 inspirada nas tradições da Polinésia e do Havaí.

Um dos drinks de maior sucesso é o icônico Hurricane, que é preparado com rum e uma mistura dos sucos de laranja, manga, abacaxi e grenadine, e finalizado com licor de amaretto. O drink foi criado no Pat O’Brien's, bar localizado em New Orleans, nos Estados Unidos, que na época da II Guerra Mundial chamava-se Mr. O'Brien's Club Tipperary e só podia ser acessado com uma senha, pois era clandestino. Servida num copo em forma de lâmpada de furacão, a bebida fez sucesso inicialmente com  marinheiros e depois caiu no gosto de todos os clientes dos bares americanos - consequentemente, em todas as unidades do Hard Rock espalhadas pelo mundo.

Bebida favorita do escritor Ernest Hemingway, o Classic Caribbean Mojito é outro drink da casa que faz sucesso nos mais de 200 restaurantes da marca, incluindo a unidade de Curitiba. Já o Passion Fruit Mai Tai remonta a 1944 na Califórnia, onde Victor J. Bergeron, do bar Trader Vic's, inventou o coquetel para os frequentadores da casa. Ao provar a mistura, um amigo taitiano de Victor gritou "Maita 'I roa a!", que no Taiti significa “Fora deste mundo! O melhor!", expressão que deu origem ao nome do drink, que também está entre os mais pedidos.

Jam Sessions

Criada na fronteira entre os EUA e o México, a Margarita ganhou um toque tropical no Hard Rock Cafe. Além da tradicional tequila, o preparo leva infusão de morangos, licor de laranja e a refrescância dos sucos de goiaba, abacaxi e limão. Outra opção do Jam Sessions é o Rockin’ Fresh Rita, preparado com tequila prata, suco de limão e néctar de agave, finalizado com a clássica borda doce e salgada que os chefs da casa usam para temperar alguns dos pratos clássicos. 

Uma receita exclusiva criada para os apreciadores do vinho e da "refrescância" da Espanha é a Blackberry Sparkling Sangria, uma mistura inconfundível de tinto com os sabores refrescantes de amoras, suco de cranberry e um toque de laranja - finalizado com espumante Prosecco.

Clássicos

Desenvolvido durante o século XIX e nomeado nos anos 1880, o Old Fashioned é um coquetel oficial da International Bartenders Association, classificado como "inesquecível". É também uma das seis bebidas básicas listadas no livro The Fine Art of Mixing Drinks, de David A. Embury. No Hard Rock Cafe, os clientes encontram uma versão vintage, denominada de Smoked Old Fashioned, que é preparada com whiskey Bourbon, Angostura, açúcar e laranja. 

O cardápio do Hard Rock Cafe Curitiba também inclui o Dirty Martini, preparado com gin, dry vermouth e suco de azeitona. O drink foi inventado em 1910, no Hotel Knickerbocker, em Nova York, pelo barman Martini di Arma di Taggia, e leva o seu nome em sua homenagem. Ele surgiu por exigência do magnata norte-americano John D. Rockefeller, que queria degustar um drink simples e sofisticado ao mesmo tempo. 

Outras alternativas tradicionais do menu do Hard Rock Cafe são o Gin & Tonic e o Paloma, um coquetel mexicano, feito com tequila silver, suco de limão, xarope de toranja, tônica e uma fatia de laranja.

Além do menu alcoólico, o restaurante oferece soft drinks (sem álcool), como a Strawberry Basil Lemonade e o Mango Tango.

Todas as bebidas são servidas em copos colecionáveis e exclusivos da marca, que podem ser adquiridos na loja do Hard Rock Cafe Curitiba. Confira o menu completo em: https://linktr.ee/hrccuritiba.