Manaus, capital do Amazonas, é conhecida por ser a “porta de entrada da Amazônia”. Mas além da floresta e do Rio Negro, a cidade abriga uma presença muitas vezes invisibilizada: os povos indígenas. Estima-se que mais de 30 mil indígenas vivam hoje na capital amazonense, divididos em dezenas de etnias, como Sateré-Mawé, Tikuna, Baré, Mura e Tukano. Eles mantêm laços profundos com suas tradições, mesmo diante das dificuldades impostas pela vida urbana.
sábado, 20 de setembro de 2025
Povos indígenas em Manaus: resistência, cultura e desafios urbanos
quarta-feira, 17 de setembro de 2025
A História do Disco de Vinil
Poucos objetos culturais marcaram tanto a história da música quanto o disco de vinil. Ícone de gerações, o vinil surgiu como uma revolução tecnológica e se tornou símbolo de memória, colecionismo e paixão pelo som analógico. Sua trajetória é marcada por inovações, quedas e um surpreendente retorno no século XXI.
domingo, 14 de setembro de 2025
História – A Primeira Mulher Prefeita do Brasil

No cenário político brasileiro, marcado por décadas de domínio masculino, uma mulher ousou romper barreiras e escrever seu nome na história. Em 1928, Alzira Soriano de Souza, uma potiguar do município de Lajes, no Rio Grande do Norte, tornou-se a primeira mulher prefeita eleita no Brasil e em toda a América Latina.
Alzira Soriano, prefeita de Lajes em 1929, não foi apenas pioneira: foi símbolo da resistência feminina em uma época em que a política parecia território exclusivo dos homens.sábado, 13 de setembro de 2025
Marta Suplicy: legado de prefeita marcada por inovação no transporte e na educação
Marta Suplicy, psicóloga e política nascida em 1945, construiu uma das trajetórias mais marcantes da vida pública brasileira. Primeira prefeita de São Paulo eleita pelo Partido dos Trabalhadores (PT), em 2000, ela deixou um legado de projetos que ainda hoje fazem parte da rotina da capital. Entre as principais marcas de sua gestão estão o Bilhete Único e os Centros Educacionais Unificados (CEUs).
sexta-feira, 12 de setembro de 2025
Trajetória de Paulo Maluf: do engenheiro ao político polêmico
Paulo Salim Maluf, nascido em 3 de setembro de 1931, em São Paulo, é um dos nomes mais conhecidos e controversos da política brasileira. Engenheiro de formação, formado pela Escola Politécnica da USP, Maluf iniciou sua carreira pública ainda jovem, aproveitando o prestígio de sua família de origem libanesa, tradicional no meio empresarial. Com grande habilidade em comunicação e forte presença nos bastidores, ele construiu uma carreira marcada por feitos administrativos, mas também por uma extensa lista de acusações e processos que acompanharam seu nome ao longo de décadas.
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
Jair Bolsonaro – O Presidente da Polarização e das Mudanças na Agenda Nacional
Jair Messias Bolsonaro, nascido em 1955 em Glicério, São Paulo, construiu sua trajetória política como militar do Exército e vereador do Rio de Janeiro, tornando-se deputado federal por sete mandatos consecutivos. Conhecido por seu discurso conservador e postura polêmica, Bolsonaro emergiu como líder de um segmento da população insatisfeito com a política tradicional, sendo eleito presidente do Brasil em 2018, assumindo o cargo em 1º de janeiro de 2019.
quarta-feira, 10 de setembro de 2025
Michel Temer – O Presidente da Transição e da Governabilidade
Michel Miguel Elias Temer Lulia, nascido em 1940 em Tietê, São Paulo, construiu sua carreira política como advogado e professor de direito, destacando-se como figura central do PMDB (atual MDB). Tornou-se vice-presidente de Dilma Rousseff em 2011 e assumiu a presidência em 31 de agosto de 2016, após o impeachment de Dilma, em um contexto político e econômico extremamente desafiador para o país.
terça-feira, 9 de setembro de 2025
Dilma Rousseff – A Primeira Mulher Presidente e o Desafio da Governança
Dilma Vana Rousseff, nascida em 1947 em Belo Horizonte, Minas Gerais, construiu sua trajetória política na militância contra a ditadura militar e posteriormente como gestora pública. Filha de uma geração marcada por lutas políticas, Dilma tornou-se uma referência na administração pública, ocupando cargos estratégicos, como secretária de Minas e Energia e ministra de Minas e Energia, antes de assumir a Presidência da República em 1º de janeiro de 2011, sucedendo Luiz Inácio Lula da Silva.
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
Luiz Inácio Lula da Silva – O Presidente da Inclusão Social e da Transformação Econômica
Luiz Inácio Lula da Silva, nascido em 1945 em Caetés, Pernambuco, construiu sua trajetória política como líder sindical no ABC paulista, tornando-se um símbolo da luta pelos direitos dos trabalhadores. Fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), Lula foi candidato à presidência várias vezes antes de ser eleito em 2002, assumindo o cargo em 1º de janeiro de 2003. Sua eleição representou uma mudança significativa na política brasileira, trazendo a perspectiva da inclusão social e da redução das desigualdades para o centro do governo.
domingo, 7 de setembro de 2025
Fernando Henrique Cardoso – O Presidente da Consolidação Econômica e da Estabilidade Democrática
Fernando Henrique Cardoso, sociólogo e professor, nasceu no Rio de Janeiro em 1931 e construiu sua carreira política em São Paulo. Reconhecido como intelectual, foi um dos fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e se destacou inicialmente como senador e ministro das Relações Exteriores no governo Itamar Franco. Porém, foi como ministro da Fazenda que ganhou projeção nacional, ao liderar a equipe que elaborou o Plano Real, responsável por estabilizar a economia brasileira.
sábado, 6 de setembro de 2025
Itamar Franco – O Presidente da Estabilidade e da Transição Econômica
Itamar Augusto Cautiero Franco nasceu em 1930, em Salvador, mas construiu sua carreira política em Minas Gerais. Era vice-presidente de Fernando Collor de Mello e assumiu a presidência em 29 de dezembro de 1992, após a renúncia de Collor durante o processo de impeachment. Sua chegada ao poder foi marcada pela desconfiança inicial, mas sua postura firme, ética e conciliadora acabou devolvendo ao Brasil um período de estabilidade política.
sexta-feira, 5 de setembro de 2025
Fernando Collor – O Primeiro Presidente Eleito pelo Voto Direto após a Ditadura
Fernando Collor de Mello, alagoano nascido em 1949, entrou para a história do Brasil como o primeiro presidente eleito pelo voto direto após o regime militar. Sua eleição em 1989 foi um marco, pois representava a volta plena da democracia, quase trinta anos depois da última escolha direta de um presidente. Jovem, com discurso moderno e imagem de renovação, Collor se apresentava como “caçador de marajás”, prometendo acabar com privilégios e combater a corrupção.
Ele assumiu o governo em 15 de março de 1990, em um cenário extremamente difícil. O país sofria com a hiperinflação, que chegava a patamares superiores a 80% ao mês, além de desequilíbrios nas contas públicas e baixo crescimento econômico. Para enfrentar esse desafio, o governo lançou o Plano Collor, que trouxe medidas radicais, como o bloqueio das poupanças e contas correntes acima de um valor estipulado. A ideia era retirar dinheiro de circulação para frear a inflação.
No início, a população ficou atônita, pois milhões de brasileiros perderam o acesso imediato às suas economias. Houve um impacto enorme no comércio, na indústria e na vida das famílias. Apesar de ter conseguido uma queda momentânea da inflação, a medida não teve sustentação a longo prazo, e o país voltou a sofrer com aumentos de preços pouco tempo depois.
No campo político, Collor buscava governar com uma postura centralizadora. Não tinha uma base partidária forte no Congresso e, por isso, enfrentava dificuldades para aprovar projetos e manter apoio. Sua relação com o Legislativo sempre foi marcada por tensões, o que contribuiu para o enfraquecimento de seu governo ao longo do tempo.
Na área internacional, Collor procurou abrir o Brasil para o mundo. Foi o responsável por iniciar a abertura econômica, reduzindo tarifas de importação e incentivando a modernização da indústria nacional. Também teve papel importante em políticas ambientais, sendo o primeiro presidente a dar destaque mundial à questão da preservação da Amazônia, especialmente durante a Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), organizada já em seu governo, embora realizada após sua saída.
Apesar de algumas iniciativas inovadoras, Collor acabou envolvido em uma das maiores crises políticas da história do Brasil. Em 1992, denúncias de corrupção envolvendo seu governo, feitas inicialmente por seu próprio irmão, Pedro Collor, ganharam força e repercussão. Investigações revelaram esquemas de enriquecimento ilícito e favorecimentos a empresários próximos ao presidente.
A pressão popular cresceu rapidamente. Os “caras-pintadas”, movimento estudantil que tomou as ruas do país, pediam o impeachment de Collor em manifestações que mobilizaram milhões de pessoas. Foi um momento simbólico da força da democracia recém-conquistada, mostrando que a sociedade civil já não aceitava práticas de corrupção no governo.
Diante do processo de impeachment aprovado na Câmara dos Deputados e em andamento no Senado, Collor renunciou em 29 de dezembro de 1992, na tentativa de evitar a cassação. No entanto, o Senado prosseguiu com o julgamento político e confirmou sua inelegibilidade por oito anos. O vice-presidente, Itamar Franco, assumiu a presidência e conduziu o país a um novo rumo.
O legado de Collor é marcado por contrastes. De um lado, foi símbolo da volta das eleições diretas e de um país que buscava modernização. De outro, sua gestão ficou marcada pelo trauma econômico do bloqueio da poupança e pelo primeiro impeachment da história republicana brasileira. Mesmo com esse passado polêmico, Collor manteve carreira política posteriormente, atuando como senador por Alagoas por vários mandatos.
Seu governo é lembrado como um momento decisivo da Nova República: o Brasil experimentava os desafios de consolidar a democracia, controlar a economia e enfrentar, pela primeira vez, o afastamento de um presidente por corrupção.
quinta-feira, 4 de setembro de 2025
José Sarney – O Primeiro Presidente da Nova República
José Sarney de Araújo Costa, maranhense nascido em 1930, foi o primeiro presidente civil após o regime militar, tornando-se uma figura central no processo de redemocratização do Brasil. Sua chegada ao poder não ocorreu de forma planejada: eleito vice-presidente na chapa de Tancredo Neves, em 1985, acabou assumindo a presidência após a morte de Tancredo, ainda antes da posse. Esse episódio marcou o início da chamada Nova República.
A Sexta República: Democracia e Projetos que Transformaram o Brasil
A chamada Sexta República teve início em 1985, após o fim do regime militar e a eleição indireta de Tancredo Neves, que faleceu antes da posse. Seu vice, José Sarney, assumiu a Presidência e inaugurou a fase democrática que perdura até hoje. Ao longo de quase quatro décadas, diferentes presidentes conduziram projetos que marcaram a economia, a política e a sociedade brasileira.
José Sarney (1985 – 1990)
Sarney enfrentou a transição democrática e uma economia em crise. Seu governo ficou marcado pelo Plano Cruzado (1986), que tentou controlar a hiperinflação congelando preços e salários. Também liderou a convocação da Assembleia Nacional Constituinte, responsável pela Constituição de 1988, marco da redemocratização.
Fernando Collor de Mello (1990 – 1992)
Primeiro presidente eleito pelo voto direto após a ditadura, Collor prometia modernizar o país. Seu governo lançou o Plano Collor, que bloqueou a poupança dos brasileiros na tentativa de frear a inflação. Promoveu também a abertura econômica, reduzindo tarifas de importação. Renunciou em 1992, após denúncias de corrupção, sendo sucedido pelo vice.
Itamar Franco (1992 – 1995)
Itamar herdou um país instável, mas foi responsável por apoiar o Plano Real (1994), elaborado pelo então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso. O plano estabilizou a moeda e acabou com a hiperinflação, tornando-se um divisor de águas na economia nacional.
Fernando Henrique Cardoso (1995 – 2003)
Em dois mandatos, consolidou o Real e promoveu reformas de modernização. Seu governo avançou com privatizações, sobretudo nos setores de telecomunicações e energia. Investiu em programas sociais como o Bolsa Escola e o Fundef, além de estabilizar a economia em tempos de crises internacionais.
Luiz Inácio Lula da Silva (2003 – 2011)
Lula focou em programas sociais que ampliaram o consumo e reduziram a pobreza, como o Bolsa Família e o Fome Zero. Seu governo aproveitou o boom das commodities para expandir investimentos e fortalecer empresas como a Petrobras. Foi marcado também pela ascensão internacional do Brasil como potência emergente.
Dilma Rousseff (2011 – 2016)
Primeira mulher presidente do Brasil, Dilma investiu em grandes obras de infraestrutura e energia, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Criou também o Minha Casa Minha Vida e expandiu universidades federais. Seu governo enfrentou forte crise econômica e política, culminando no impeachment em 2016.
Michel Temer (2016 – 2018)
Temer assumiu em meio à instabilidade. Conduziu reformas de ajuste fiscal e aprovou a reforma trabalhista (2017), além de implementar o teto de gastos públicos. Seu governo foi curto, mas marcado por polêmicas e baixa popularidade.
Jair Bolsonaro (2019 – 2022)
Seu governo destacou-se por pautas conservadoras e liberais na economia, conduzidas pelo ministro Paulo Guedes. Foi implementado o Auxílio Emergencial durante a pandemia da Covid-19, que se tornou o maior programa de transferência de renda do país até então. Também avançou na digitalização de serviços públicos.
Luiz Inácio Lula da Silva (2023 – atual)
De volta ao poder, Lula retomou programas sociais e ambientais, como o fortalecimento do Bolsa Família e o compromisso com o combate ao desmatamento. Seu governo busca equilibrar crescimento econômico com inclusão social e reposicionar o Brasil no cenário internacional.
quarta-feira, 3 de setembro de 2025
Pessoas e seus pensamentos
Muitas vezes nos perguntamos por que algumas pessoas não aceitam a verdade ou não conseguem se alegrar com a felicidade dos outros. A resposta, embora complexa, quase sempre está ligada à forma como cada um lida com suas próprias dores, inseguranças e limitações. A verdade, quando surge, é como um espelho: ela mostra aquilo que talvez preferíssemos não enxergar. Revela erros, aponta incoerências, desafia crenças que sustentamos por anos. E é justamente por isso que tantos a rejeitam. A verdade não precisa ser cruel, mas é sempre transformadora, e transformação exige coragem.
Da mesma forma, quando alguém conquista algo e brilha, esse brilho ilumina também as sombras de quem ainda não encontrou seu caminho. A alegria alheia pode ser inspiradora, mas também pode ser desconfortável para quem vive aprisionado pela comparação. Infelizmente, algumas pessoas, em vez de enxergarem a felicidade dos outros como um exemplo de que é possível vencer, interpretam-na como uma lembrança dolorosa de suas próprias frustrações. É nesse ponto que nasce a inveja, a crítica, a tentativa de diminuir ou negar a realização alheia.
Mas a verdade é que a felicidade de alguém não rouba nada de nós. Pelo contrário, ela mostra que a vida é cheia de possibilidades e que cada vitória é uma prova de que sonhos podem se tornar realidade. O problema é que muitos ainda enxergam a vida como uma competição, quando, na verdade, ela é um caminho único para cada pessoa. Não estamos aqui para sermos cópias, mas para sermos originais, e isso significa aceitar que o tempo de cada um é diferente.
Refletir sobre isso nos convida a um exercício de maturidade: aprender a aplaudir o outro, mesmo quando nós ainda estamos no processo de conquistar o que desejamos. É entender que celebrar o próximo não diminui a nossa própria jornada, apenas nos torna mais leves. Quando reconhecemos a felicidade do outro sem inveja, algo dentro de nós também se abre para que possamos receber o que a vida tem de melhor.
No fim, tanto aceitar a verdade quanto admirar a felicidade alheia são escolhas de crescimento. Elas exigem humildade, desapego do ego e coragem para olhar para dentro de si. Mas quando conseguimos dar esse passo, tudo muda. A vida deixa de ser um campo de batalha e se transforma em uma oportunidade constante de aprendizado e evolução.
Portanto, se há algo a carregar no coração, que seja esta certeza: a verdade nos liberta, e a felicidade do outro pode nos inspirar. Quanto mais conseguimos aceitar essas duas realidades, mais preparados estaremos para viver a nossa própria plenitude. Afinal, ninguém perde por ser verdadeiro, e ninguém é menor por se alegrar com a vitória de alguém. A grandeza da vida está justamente em compreender que cada sorriso compartilhado aumenta a luz que existe no mundo.
segunda-feira, 1 de setembro de 2025
ZF Aftermarket substitui códigos de kits de embreagem SACHS para o mercado de reposição
Substituição contempla kits e conjuntos de embreagem que atendem veículos comerciais das marcas Agrale, IVECO, Mercedes-Benz e Volkswagen
A ZF Aftermarket anuncia a substituição de códigos de diversos kits de embreagem da marca SACHS, como parte de sua estratégia de comunização de aplicações e otimização logística e comercial.
A ZF Aftermarket anuncia a substituição de códigos de diversos kits de embreagem da marca SACHS, como parte de sua estratégia de comunização de aplicações e otimização logística e comercial.

As novas referências já estão disponíveis para comercialização e abrangem veículos das montadoras IVECO, Volkswagen, Mercedes-Benz e Agrale, incluindo modelos como Delivery, Worker, Constellation, Vertis, Atron, entre outros.
sábado, 30 de agosto de 2025
Morre Luís Fernando Verissimo, cronista que encantou com humor refinado
Aos 88 anos, faleceu hoje o escritor, cartunista, cronista e músico Luís Fernando Verissimo, vítima de complicações de uma pneumonia. Ele estava internado desde o dia 11 de agosto na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, onde lutava contra um quadro grave de saúde.
“O terapeuta de Bagé e o Ed Mort são os meus livros de comédia favoritos... leves e muito bem construídos.”
sexta-feira, 29 de agosto de 2025
Campos do Jordão recebe um dos maiores eventos de ciclismo da América Latina
Hotel Vila Inglesa conta com atrações especiais para hóspedes que pretendem participar da prova, realizada entre 26 e 28 de setembro
Consolidado como um dos maiores eventos de ciclismo da América Latina, o L’Étape Brasil by Tour de France retorna a Campos do Jordão (SP) para a edição 2025. Marcada para o final de semana de 26 a 28 de setembro, a prova contará com dois percursos (de 66 e 107 quilômetros), que passarão por pontos icônicos da cidade e percorrerão os belíssimos cenários naturais da Serra da Mantiqueira.
O Hotel Vila Inglesa, um dos mais tradicionais da Suíça Brasileira, preparou atrações especiais que prezam pela nutrição adequada, pela logística eficiente e pelo conforto dos ciclistas antes e depois do L'étape. Na noite anterior ao circuito, por exemplo, haverá um festival de massas com diversas opções ricas em carboidratos e perfeitas para fornecer a energia necessária na hora de pedalar. Já no dia da competição, o café da manhã será servido mais cedo e terá opções leves para aumentar o rendimento dos atletas.
Durante a estadia, os participantes contarão com espaços exclusivos para guardar suas bikes em segurança e poderão relaxar em algumas das áreas de descanso do hotel. Entre as favoritas do público, destacam-se a piscina aquecida, a sauna e os jardins que oferecem uma imersão na natureza.
Para evitar distrações e preocupações, a equipe do Vila Inglesa fica encarregada de organizar transfers de ida e volta entre a acomodação e o evento. Além disso, oferece uma massagem miofascial pós-prova para que os competidores relaxem e se recuperem após o término do circuito.
As diárias para se hospedar no Vila Inglesa durante o fim de semana do L’Étape Brasil by Tour de France custam a partir de R$ 1.960 para casal. O valor é para acomodação Standard e inclui café da manhã.






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