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sábado, 1 de agosto de 2026
ADIB DOMINGOS JATENE
Antes do Tênis… Roger Federer Tocava no Coldplay?
A brincadeira de Chris Martin que encantou fãs e mostrou a amizade entre dois ícones mundiais
Há histórias que parecem improváveis demais para serem verdade. E quando envolvem dois gigantes como Roger Federer e Coldplay, fica difícil não acreditar por alguns instantes.
Foi exatamente isso que aconteceu durante um show da banda em Zurique, na Suíça. Diante de milhares de pessoas, Chris Martin resolveu contar uma história curiosa sobre os primeiros anos do Coldplay.
Segundo ele, em 1996 a banda não tinha apenas quatro integrantes.
Existia um quinto membro.
Sua missão? Tocar um simples chocalho.
Chris continuou a narrativa dizendo que aquele integrante permaneceu no grupo por apenas três meses antes de abandonar a carreira musical para tentar algo completamente diferente: tornar-se o maior tenista da história.
O público entrou na brincadeira imediatamente.
A revelação arrancou gargalhadas quando Martin anunciou o nome do suposto músico:
Roger Federer.
Naturalmente, tudo fazia parte de uma divertida encenação. Federer jamais integrou o Coldplay, mas a história serviu para preparar um momento especial que rapidamente viralizou nas redes sociais.
Poucos segundos depois, o ex-tenista entrou no palco sob uma explosão de aplausos.
Vestindo um sorriso tímido e demonstrando o mesmo carisma que sempre exibiu nas quadras, Federer assumiu justamente o papel que Chris Martin havia descrito: pegou um chocalho e participou da apresentação.
Era uma participação simbólica, descontraída e repleta de bom humor, mas suficiente para transformar aquele espetáculo em um dos momentos mais comentados da turnê.
Muito além das quadras
A amizade entre Roger Federer e Chris Martin não é novidade. Ao longo dos anos, os dois já apareceram juntos em eventos beneficentes, encontros particulares e até em vídeos nas redes sociais.
Federer sempre demonstrou grande admiração pela música do Coldplay, enquanto Chris Martin nunca escondeu o respeito pela elegância e pela carreira impecável do suíço.
Essa conexão tornou a brincadeira ainda mais especial.
O público percebeu que não se tratava apenas de uma participação promocional, mas da celebração da amizade entre duas personalidades que marcaram gerações em áreas completamente diferentes.
Enquanto Martin revolucionou o pop-rock com canções que conquistaram o planeta, Federer transformou o tênis em uma verdadeira arte.
Durante mais de duas décadas, o suíço encantou torcedores com seu estilo refinado, movimentação elegante e golpes que pareciam desafiar as leis da física.
Foram 20 títulos de Grand Slam, mais de 100 títulos profissionais, centenas de semanas como número 1 do mundo e um legado que vai muito além das estatísticas.
Sua rivalidade com Rafael Nadal e Novak Djokovic elevou o tênis a um dos períodos mais espetaculares da história do esporte.
Mesmo aposentado, Federer continua sendo um dos atletas mais admirados do planeta.
Por isso, vê-lo sorrindo no palco, tocando um simples chocalho ao lado do Coldplay, mostrou uma faceta diferente daquele campeão acostumado às grandes decisões.
Foi um momento leve, divertido e genuíno.
Nas redes sociais, milhares de fãs brincaram dizendo que Federer finalmente conquistou o único título que faltava em sua carreira:
o de quinto integrante do Coldplay.
A piada virou meme, gerou inúmeras montagens e reforçou uma característica que sempre acompanhou o ex-tenista: a capacidade de rir de si mesmo.
Talvez seja justamente essa combinação entre talento extraordinário, humildade e simpatia que explique por que Roger Federer continua sendo uma das personalidades mais queridas do esporte mundial.
E fica a pergunta para alimentar uma divertida discussão entre os fãs do tênis:
Se Roger Federer realmente tivesse abandonado as quadras para seguir carreira na música, quem teria sido o maior beneficiado? Rafael Nadal ou Novak Djokovic?
Felizmente para os apaixonados pelo esporte, essa escolha nunca precisou ser feita. Federer preferiu a raquete ao chocalho — e escreveu um dos capítulos mais brilhantes da história do tênis. Ainda assim, por alguns minutos, mostrou que também sabe muito bem acompanhar o ritmo de uma das maiores bandas do mundo.
O aprendizado contínuo como ferramenta para transformar vidas
Durante anos, o papel da escola na formação das pessoas foi alvo de intensos debates. Entre os temas mais discutidos está a influência de grandes empresários e filantropos, como John D. Rockefeller, nas reformas educacionais ocorridas entre o final do século XIX e o início do século XX.
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