sexta-feira, 8 de abril de 2016

MOEDAS EXÓTICAS OFERECIDAS PELAS OUROMINAS SÃO ALTERNATIVA ECONÔMICA

Empresa conta com diversas opções para turistas que desejam fugir do dólar e do euro

A Ourominas, empresa que atua no segmento de câmbio turismo e ouro, apresenta um leque variado de opções de compra e venda de moedas estrangeiras para viagens a países da América Latina e outros destinos onde é possível fugir do dólar e do euro e, portanto, obter uma condição melhor na conversão do real.  Entre essas moedas, estão o peso argentino, peso novo mexicano, peso uruguaio, peso chileno, peso colombiano, rand sul africano, dólar neozelandês, dólar australiano, iene, iuan e shekel.

“As moedas exóticas se tornaram extremamente atrativas em meio à crise e à alta valorização do dólar e do euro em relação ao real. Exceto pelos dólares neozelandês e australiano, todas estão desvalorizadas em comparação ao real, garantindo melhor poder de compra para quem viaja a esses países”, afirma Mauriciano Cavalcante, diretor de operações de câmbio da Ourominas.

A empresa também dá algumas dicas para os viajantes que não estão muito familiarizados com as taxas cambiais. Recomenda, por exemplo, a compra da moeda local aqui no Brasil antes de viajar, pois a troca do dólar ou euro no destino vai ocasionar mais um custo de câmbio para o turista.
“O ideal é que o viajante leve a maior parte do dinheiro na moeda do país que vai visitar. Levar dólar e euro é aconselhável apenas para as compras no free shop”, observa Cavalcante.

Também é preciso considerar outros pontos na hora de viajar. A inflação do país e seu custo de vida devem ser avaliados na hora de programar uma viagem. Nem sempre
a situação cambial garante que o destino escolhido seja mais econômico.

Essas são algumas das opções mais vantajosas oferecidas pela Ourominas:


Notas de Yen.jpgIene – Quem for ao Japão vai entrar em contato com um sistema muito diferente de numeração de dinheiro. No país asiático, as notas de iene são divididas em 1.000, 2.000, 5.000 e 10.000. O real também tem uma alta valorização diante do iene.


Peso novo mexicano – A moeda do país norte americano se encontra desvalorizada, além de ser a mais negociada na América Latina e a 13ª no mundo. Ótima oportunidade para conhecer as belas praias de Cancun ou a agitada vida noturna da Cidade do México.



O iene é uma das moedas mais desvalorizadas em relação ao real

Rand A moeda sul-africana é outra que está muito desvalorizada em comparação ao real. Ela também pode ser utilizada em outros países africanos (Lesoto e Namíbia). O turista poderá economizar ao fazer os famosos safáris e visitar os paraísos naturais que a África do Sul oferece.

Peso chileno – Dono de algumas das mais belas paisagens da América do Sul, o Chile também passa por um momento de alta desvalorização da sua moeda. O viajante que for conhecer a bela Cordilheira dos Andes, ou qualquer outro ponto turístico, também terá que se familiarizar com a numeração diferente das notas, já que as cédulas vão de 500 até 20.000 pesos.

Para realizar a compra das moedas exóticas na Ourominas, é necessário reservar o pedido com 24 horas de antecedência. Depois disso, é só buscar na loja ou na central de atendimento. A compra também poderá ser efetuada pelo site.

Serviço:

Algumas lojas da Ourominas na cidade de São Paulo:
Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2.073, Horsa II, 12º andar, Tel.: 3218-0994
Edifício Dacon – Av. Cidade Jardim, 400, 17° andar, Tel.: 3218-0993
Shopping Light – Rua Coronel Xavier de Toledo, 23 - Centro - Loja 117 - 2º Piso; Tel.: 3259-1944
Central de Atendimento Ourominas: 0800-773-7732
Site: www.ourominas.com

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Azul Linhas Aéreas trará Concorde ao Brasil

Companhia planeja trazer até cinco unidades do jato supersônico ao país e fará voos domésticos para várias cidades brasileiras

Primeira aeronave deve pousar em Campinas nos próximos dias e voos terão estreia em junho

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras inova mais uma vez e anuncia hoje uma decisão histórica: a companhia será a primeira aérea do mundo a retomar os voos com os jatos supersônicos Concorde. Com capacidade para até 120 assentos, a aeronave pode alcançar uma velocidade de 2.200km/h, sendo possível ligar São Paulo ao Rio de Janeiro e a Belo Horizonte em 15 minutos ou, ainda, voar de São Paulo a Marília em apenas 8 minutos. Com cinco unidades encomendadas, a empresa planeja receber o primeiro equipamento já nos próximos dias e dar início aos voos regulares em junho, quando fará evento de lançamento no aeroporto de Viracopos, em Campinas.
Inicialmente, o novo Concorde da Azul será operado a partir dos aeroportos de Viracopos e Congonhas, com voos para Marília, Araçatuba, Montes Claros, Passo Fundo, Belo Horizonte (Confins), Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Recife. Segundo Antonoaldo Neves, presidente da Azul, a novidade é um marco na história da aviação mundial e será um divisor de águas no setor. “Traremos mais dinamismo às viagens de curta e longa distância dentro do país, já que o Concorde é a aeronave comercial mais rápida do mundo. Elas serão equipadas com modernas e confortáveis poltronas em uma cabine de classe única. O serviço e entretenimento de bordo ainda estão em fase de planejamento, mas a ideia é que não haja muitas opções, uma vez que os voos serão muito curtos”, afirma Neves.

Para Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul, o histórico de preços baixos do combustível de aviação torna os custos de operação do Concorde imbatíveis. “Nós realmente estamos muito confiantes de que podemos fazer o mercado de aviões supersônicos crescer Brasil”, afirma Shah.

A Azul ainda aguarda autorização dos órgãos reguladores para operar os novos voos, assim como o certificado para operar as novas aeronaves. Clientes TudoAzul Safira e Diamante terão condições especiais de compra, quando as passagens estiverem disponíveis. Em breve, a companhia divulgará mais detalhes sobre essa operação.

Confira abaixo os primeiros voos a serem operados pela Azul com o Concorde:

São Paulo/Campinas - Recife - São Paulo/Campinas
Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
São Paulo/Campinas
10h52
Recife
11h35
Diário
Recife
12h00
São Paulo/Campinas
12h41
Diário

São Paulo/Congonhas - Araçatuba - São Paulo/Congonhas
Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
São Paulo/Congonhas
14h01
Araçatuba
14h11
Diário
Araçatuba
14h46
São Paulo/Congonhas
15h59
Diário

São Paulo/Campinas - Marília - São Paulo/Campinas
Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
São Paulo/Campinas
6h01
Marília
6h09
Diário
Marília
7h38
São Paulo/Campinas
7h48
Diário

São Paulo/Congonhas - Passo Fundo - São Paulo/Congonhas
Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
São Paulo/Congonhas
17h15
Passo Fundo
17h34
Diário
Passo Fundo
18h01
São Paulo/Congonhas
18h22
Diário

São Paulo/Campinas - Rio de Janeiro/Santos Dumont - São Paulo/Campinas
Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
São Paulo/Campinas
10h05
Rio de Janeiro/Santos Dumont
10h21
Diário
Rio de Janeiro/Santos Dumont
10h55
São Paulo/Campinas
11h09
Diário

São Paulo/Congonhas - Montes Claros - São Paulo/Congonhas
Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
São Paulo/Campinas
18h00
Montes Claros
18h17
Diário
Montes Claros
18h43
São Paulo/Campinas
19h00
Diário
 

terça-feira, 22 de março de 2016

Qual vai ser o preço do petróleo no final desta década?

Os especialistas diriam que prever o preço do petróleo é mais difícil que acertar sozinho as seis dezenas da Mega Sena, cuja probabilidade é de uma chance em 50.063.860.

Enquanto que, na Mega Sena, nós conhecemos os números das bolinhas que serão sorteadas, no caso do petróleo não sabemos quantas bolinhas existem, nem que valores podem assumir, o que leva a um número infinito de combinações e faz com que a probabilidade de acertar seja, na prática, igual a zero.

Por esse motivo, os analistas do setor determinam as principais variáveis que influenciam o mercado e suas condições de contorno e, a partir da avaliação dessas condições, estabelecem cenários que permitam estimar faixas de valores mais prováveis.

Previsões de entidades e empresas mais importantes em termos de análise do setor, como a International Energy Agency, a IHS, a Wood Mackenzie e até mesmo a Energy Information Administration, órgão do governo dos Estados Unidos, apresentam variações significativas ao longo do tempo. Ao considerarmos o valor mais baixo da previsão mais pessimista e o valor mais alto da previsão mais otimista, estamos falando, nas previsões mais atuais, de uma faixa, em 2020, que varia entre US$ 50.00 e US$ 80.00 o barril do petróleo Brent.

Entretanto, mais útil do que tentar descobrir o valor que efetivamente será praticado nos próximos três ou quatro anos é entender as principais variáveis que influenciam a formação de preços e as possibilidades de sua variação vis-a-vis às mudanças do cenário geopolítico internacional.
O petróleo é tratado como uma commodity, mas, em decorrência de sua importância na matriz energética mundial e de seu peso na economia, a formação de seu preço acaba envolvendo uma quantidade muito maior de condicionantes e variáveis a ser observada do que outros produtos primários, como o minério de ferro, a soja ou o suco de laranja.   

Para começar, a quase totalidade dos meios de transporte utiliza derivados de petróleo, parcela que significa praticamente um terço de todo consumo mundial de energia (os outros dois terços ficam divididos em partes iguais entre moradia/comércio e indústria/agricultura). Adicionalmente, a maioria dos produtos consome, em sua composição e ou em seu processo de fabricação, uma boa parcela de derivados de petróleo.

Assim sendo, é fácil entender o primeiro duelo que se trava, o qual tem a ver com a lei da oferta, que é a dos países exportadores de óleo e gás natural que necessitam da receita de venda para fecharem suas contas, e da procura, decorrente dos países que dependem da importação desse insumo para sobreviver.  Tal duelo ocorre também entre o petróleo e o capital, pois oito dos quinze países mais ricos do mundo, que representam 38% do PIB mundial, dependem da importação do petróleo. Por outro lado, os países que detém 70% das reservas mundiais representam menos que 4% do PIB mundial (dados da CIA-USA) e dependem da exportação do petróleo como sua principal fonte de receita.  

Devido ao tempo necessário para o desenvolvimento de novos campos, à disponibilidade de oferta potencial de rápida disponibilização e aos estoques acumulados em tempos de preços atrativos para compra no mercado internacional, o efeito das alterações na demanda e na oferta sobre os preços não é instantâneo. As variações no curto prazo, quando ocorrem, decorrem de fatos de forte impacto, como um terremoto ou uma guerra, ou simplesmente de especulação, pois o petróleo acaba sendo um importante ativo negociado em bolsa. 

Existem ainda inúmeros outros fatores, igualmente importantes, que exercem forte influência sobre os preços, alguns passíveis de serem previstos e outros nem tanto. Alguns deles serão comentados a seguir.

Merece destaque o crescimento dos países emergentes, principalmente da China e da Índia, países que apresentam percentuais ainda proporcionalmente baixos de consumo de óleo e gás natural em suas matrizes energéticas e, no caso da China, mesmo desacelerando sua economia, ainda está crescendo acima de 6% ao ano e já passou os Estados Unidos como o maior importador de petróleo.

As catástrofes e guerras também são fatores a considerar, pois, se de um lado fenômenos climáticos ou geológicos podem paralisar importantes polos de produção, guerras e conflitos têm o mesmo efeito, dado que grande parte das reservas mundiais se encontra em áreas potencialmente conturbadas. Nesse aspecto, há que ser considerado o efeito do terrorismo em instalações produtoras, cuja probabilidade, hoje, não é desprezível. Sanções econômicas também têm um efeito importante, haja vista o que está acontecendo mais recentemente com a perspectiva de o Irã retornar ao mercado.

Fatos como os recentes conflitos entre os sunitas da Arábia Saudita e os xiitas do Irã também podem reverter esse quadro.

Outros fatores contribuem para a complexidade do tema, como o consumo de matérias primas para a indústria petroquímica, o desenvolvimento de energias alternativas, as ameaças ao meio ambiente, a concorrência com o gás natural, as práticas de redução de consumo, as novas fronteiras de produção, como as areias betuminosas do Canadá, o shale oil dos Estados Unidos e até mesmo o nosso pré-sal, cuja viabilidade é fortemente dependente do preço do óleo.

Finalizando, quando o preço do barril está muito baixo, os recursos para novos investimentos ficam comprometidos e a queda natural da produção não é compensada com produção nova, contribuindo, assim, para a redução da oferta e o consequente aumento do preço.
A dica está dada: Para estimar o preço do petróleo ao fim desta década, basta acompanhar, dentre outras, as variáveis acima. E pode estar certo: Se você acertar foi por mero acaso, pois, apesar de existir um número infinito de pontos em uma mesa de bilhar, em um deles a bola vai ter que parar.

Alberto Machado Neto * é diretor executivo da ABIMAQ e professor e coordenador acadêmico do MBA em Gestão em Petróleo e Gás da FGV.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Experiência única no Kennedy Space Center

Astronautas de renome recebem turistas no Kennedy Space Center em março

Anote na agenda: se estiver planejando ir a Miami ou Orlando inclua esse roteiro no passeio

Os astronautas J.O. Creighton, Winston Scott, Mark Lee e Bob Springer estarão no Kennedy Space Center durante esse mês para receber os turistas e contar um pouco sobre sua história, treinamento e experiência no espaço.

Creigton receberá os turistas nesta semana (14 a 18/03) e Scoot nos dias 19 e 20. A experiência de conversar com o astronauta Mark Lee será entre os dias 26 e 29 e finalizando os encontros, Bob Springer recebe os turistas nos dias 30 e 31. O turista também tem um tempo para perguntas, foto e autógrafo do astronauta, tudo já incluído no ingresso do parque.

Em abril a programação continua com Ed Gibson entre os dias 1 e 5; o queridinho Bob Springer retoma nos dias 6, 7 e 8 de abril e John Bartoe entre 9 e 13/04.

Por um custo adicional de $29.99 dólares por adulto e $15.99 dólares por criança é possível almoçar com o astronauta dentro do Kennedy Space Center. Além de um buffet completo, o visitante vai aproveitar o tempo da refeição escutando as mais incríveis histórias do espaço, com um tempo adicional para perguntas individuais e, claro, um autógrafo exclusivo.

É uma grande oportunidade de saber tudo sobre a vida no espaço, uma emoção para crianças e adultos. Para acompanhar o cronograma dos astronautas visitantes, acesse a página do Centro de Visitantes do Kennedy Space Center em: https://www.kennedyspacecenter.com