terça-feira, 3 de março de 2015

Cellebrite Facilita Acesso de Universidades a Sua Tecnologia de Investigação Forense

A Cellebrite, líder em tecnologias de extração e análise de conteúdos de smartphones e demais dispositivos móveis, está cadastrando universidades brasileiras interessadas em ter acesso subsidiado a seus produtos para a uso em cursos de tecnologia para investigações forenses.
 
No Brasil, diversos órgãos de polícia, Ministério Público, Institutos de Criminalística, órgãos de defesa e Laboratórios Universitários já empregam a tecnologia Cellebrite para a elucidação de crimes a partir da reconstituição de vestígios descobertos na memória de dispositivos móveis.  

As universidades selecionadas passarão a contar com os benefícios do Programa Universitário Cellebrite 2015. O programa prevê facilidades que como o acesso sem custo às soluções de investigação da empresa para departamentos acadêmicos que contem com laboratório forense. Há também a alternativa de benéficos parciais, como a cessão de temporária de equipamentos para atividades acadêmicas e a concessão de descontos sobre o preço final dos sistemas.

A Cellebrite detém a patente do sistema UFED (Universal Forensic Extration Device), um sistema tido como referência para a  investigações em aparelhos móveis digitais e que é usado em mais de 60 países por órgãos de polícia, setores de inteligência, advogados e agentes legais em mais de 60 Países.

A tecnologia UFED permite que peritos e investigadores possam extrair e analisar todo tipo de conteúdo digital em smartphones, tablets ou aparelhos GPS de pessoas suspeitas ou vítimas. A informação estratégica é obtida mesmo que tais conteúdos sejam bloqueados por senha ou criptografia, ou ainda que tenham sido apagados da memória pelo usuário.  O sistema dispõe de recursos de software que permitem a produção de provas forenses com níveis de evidência e formalidade compatíveis com a legislação brasileira e de praticamente todos os países.
 
De acordo com Frederico Bonincontro, diretor da área Forense Cellebrite para a América Latina, ao longo de 2014, a Cellebrite identificou 12 universidades públicas e privadas que se enquadram no seu Programa Universitário e iniciou o processo de cessão de tecnologia para estas instituições.

"Nosso objetivo em 2015 é ampliar significativamente este rol de relacionados com vistas a ajudar no fortalecimento dos conteúdos de cursos de tecnologia forense, além de estimularmos o surgimento de novos cursos dessa natureza no Brasil", afirma o executivo.

A Cellebrite irá garantir também treinamento para o corpo docente das universidades e desenvolver atividades de atualização permanente das instituições nos avanços de sua tecnologia forense.

As universidades interessadas em mais detalhes sobre o Programa Universitário Cellebrite devem solicitar a ficha de inscrições pelo email:universidade@cellebrite.com.

Sobre a Cellebrite:
Fundada em 1999, a Cellebrite é uma companhia global, conhecida por seus avanços tecnológicos no setor de telefonia celular, com operações dedicadas nos Estados Unidos, Alemanha, Cingapura e no Brasil. Líder mundial de mercado e autoridade em tecnologia de dados móveis, a Cellebrite estabeleceu sua divisão de tecnologia forense móvel em 2007, lançando uma nova linha de produtos direcionados ao setor de aplicação da lei. Usando métodos avançados de extração e técnicas de análise, o dispositivo universal de extração forense (UFED - Universal Forensic Extraction Device) da Cellebrite consegue extrair e analisar dados  de milhares de dispositivos móveis, como telefones com recursos, smartphones e aparelhos de GPS.

A série UFED da Cellebrite é a melhor escolha para especialistas forenses do setor de aplicação da lei, setor militar, serviços de inteligência, segurança e agências governamentais em mais de 60 países.
A Cellebrite é uma subsidiária integral da Sun Corporation, uma companhia japonesa listada na bolsa (6736/JQ) http://www.cellebrite.comsales@cellebrite.com.

Kaspersky Lab Promove Debate sobre Cyberbullying no Mobile World Congress

Uma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab e pela B2B International revelou que quase um quarto (22%) dos pais acredita que não pode controlar o que os filhos veem ou fazem online, embora quase metade (48%) se preocupe com o fato de que os filhos podem enfrentar cyberbullying. Como parte de uma campanha global para educar e apoiar crianças e pais na luta contra o cyberbullying, a Kaspersky Lab organizou um painel de alto nível para debater a questão no Mobile World Congress 2015, em Barcelona.

Eugene Kaspersky, CEO da Kaspersky Lab, disse: "A Internet traz muitos benefícios, mas, infelizmente, também permite que certas pessoas liberem seus traços humanos destrutivos, e o cyberbullying tornou-se um problema generalizado atualmente. Para as vítimas, os danos psicológicos podem ser enormes e de longa duração. Não há provavelmente nenhuma resposta puramente tecnológica, mas temos de falar sobre isso para aumentar a conscientização sobre esse problema e ajudar os jovens e seus pais a usarem com segurança a maioria das coisas boas que a Internet tem para oferecer".

"Cyberbullying ... e assédio moral em geral ... certamente são problemas para os jovens, e precisam ser resolvidos com uma abordagem holística que envolve pais e professores, bem como as crianças e os próprios adolescentes. O problema central é que as nossas ferramentas de comunicação têm evoluído enormemente nas últimas décadas, no entanto, o desenvolvimento de habilidades de alfabetização não estão mantendo o passo", comentou Janice Richardson, Consultor Sênior da European Schoolnet e co-fundador da Insafe durante o painel de discussão no Mobile World Congress.

A pesquisa também mostrou que as tentativas bem intencionadas por adultos para dar aos seus filhos um pouco de privacidade poderia, de fato, estar deixando-os mais vulneráveis ao assédio e abuso online. Por exemplo, apenas 19% afirma que é amigo ou que segue seus filhos em redes sociais e apenas 39% monitora as atividades online de seus filhos. E apenas 38% conversou com os filhos sobre os riscos on-line, o que pode refletir uma falta de convicção e compreensão.

O estudo descobriu que as crianças são muitas vezes relutantes em admitir que são vítimas de cyberbullying: um quarto (25%) dos pais cujos filhos tinham sido assediados on-line disse que só descobriu depois de um longo tempo. Isto é particularmente preocupante porque o abuso on-line pode facilmente transbordar para o assédio moral no mundo real, como 26% dos pais afetados descobriu.

O impacto emocional a longo prazo do cyberbullying pode ser devastador para os jovens, e os pais precisam saber sobre isso para que possam agir. O estudo da Kaspersky Lab descobriu que 44% dos pais cujos filhos tinham sido vítimas de cyberbullying interveio para evitá-lo – enquanto bem mais da metade dos pais não fez o mesmo.

Pode ser difícil de evitar o cyberbullying completamente, mas existem algumas medidas simples que podem ser tomadas para proteger as crianças contra o problema e suas consequências.

Por exemplo, rever as configurações de privacidade em redes sociais permite que os adultos ajudem as crianças a controlar quem pode ver suas publicações e escrever mensagens. A utilização plena das definições de controle parental em aplicações de software e soluções de segurança pode fornecer proteção forte e paz de espírito.

Mas é preciso ir mais longe do que a tecnologia. Pais precisam explicar o quanto é importante manter a informação pessoal privada, e não revelar online detalhes como endereço, número de telefone, escola, número de cartão de crédito, e muito mais; refletir sobre o que eles estão compartilhando e com quem; e a quem recorrer em busca de apoio quando se sentirem abusados ou angustiados.

Mais informações sobre cyberbullying e conselhos sobre como combatê-la podem ser encontradas no portal educacional da Kaspersky Lab 
kids.kaspersky.com

segunda-feira, 2 de março de 2015

Segurança Cibernética Para Além do Bem e do Mal

(O profissional de segurança deve encarar o hacktivismo e o crime como duas facetas de um mesmo contexto gerador de medo e sensação de impotência na sociedade)
 
Rodrigo Fragola, Presidente da Aker Security Solutions - fragola.aker@aker.com.br
 
Um equívoco bastante comum é o de se trazer o julgamento ético ou a preferência ideológica para a discussão relacionada à segurança cibernética das empresas, governos e sociedade. Julgamento equivocado e inócuo por dois motivos muito simples: primeiro, porque esse tipo de debate jamais conduzirá ao consenso e em nada ajudará na questão da segurança.

E segundo, porque, ainda que por motivos eticamente generosos e louváveis, qualquer pessoa ou grupo organizado que se apodere de certas armas, e as leve ao espaço público para fazer valer a sua opinião, deverá ser prontamente desarmado em favor do real interesse coletivo.

Vejamos, a este propósito, o caso dos cada vez mais sofisticados ataques DDoS (ou de negação de serviços). Para muitos, eles correspondem apenas à metáfora de um piquete (cuja validade ética não entra em questão aqui), no qual um grupo de pessoas promove um cerco na porta de entrada do escritório ou da fábrica que se deseja paralisar em função de uma reivindicação ou protesto.

No imaginário que se constituiu sobre a estratégia de ataques DDoS, esta prática é opcionalmente atribuída a um hacker especialista "do bem" (também chamado 'hacktivista'), que organiza um cerco massivo ao site da empresa "maldosa" (aquela que não respeita a privacidade alheia, por exemplo); ou ao contrário, é atribuída a um cibercriminoso comum, sem ética e sem piedade, que utiliza o mesmo estratagema para enfraquecer os mecanismos de guarda de um banco, ou de uma empresa de cartão, para assim invadir os seus tesouros.

Ao lado dos dois personagens, campeiam o ciberterrorismo (que também promove o sequestro de dados, a sabotagem, o roubo, a fraude etc. por motivos políticos ou ideológicos) e a guerra fria cibernética em si, que envolve o engajamento de países com suas forças estratégicas de inteligência, e que não será objeto deste artigo.

Mas se a prática hacktivista pode às vezes ser considerada "do bem" por sua finalidade altruística (em contraposição ao sempre condenável cibercrime), de que lado devemos ficar quando o grupo hacktivista "Anonymous" invade e faz profanação em inocentes sites islâmicos, em nome do protesto "je suis Charlie"? ou quando os hacktivistas islâmicos do "L'Apoca-Dz" derrubam sites cristãos em nome da suas crenças?

Se a pergunta se refere à preferência ideológica ou à religião, cada um que opte por seu lado. Mas se a discussão é de fato voltada à questão da segurança, o papel do debatedor é ignorar solenemente tais embates. Os responsáveis pela segurança devem fazer uma suspensão radical desses julgamentos ideológicos e entender que, em ambos os casos, o que está sendo violado é o bom funcionamento da Internet do qual depende, em última instância, a tranquilidade pública.

Não só a tranquilidade dos sites e instituições afetadas, mas a de todos os cidadãos, obrigados a conviver com o aumento progressivo do medo e da frustração em relação às salvaguardas de autointegridade no espaço público da Internet.

Glamourizar ou não glamourizar o ativismo cibernético baseado em ferramentas hackers é uma questão que deve passar totalmente ao largo daqueles que precisam se preocupar com a segurança cibernética.

Que partam de uma agremiação idealista, a favor do direto inegável de minorias injustiçadas; ou que partam de organizações voltadas para promover o tráfico de crianças, as táticas de ativismo ancoradas em ataques cibernéticos comungam em pelo menos dois aspectos básicos:

1 - Todas elas exploram as vulnerabilidades técnicas de terceiros inocentes (que quase nunca têm algo a ver com o alvo de seus ataques) e usam de expedientes igualmente espúrios, como phishing; roubo de identidade; clonagem de páginas web; interceptação ilegal; reedição de códigos fontes; invasão de propriedade; violação de privacidade e violação de inúmeros direitos.

2 - Todos esses tipos de agentes acabam negociando entre si, ainda que inadvertidamente, seja no submundo ou em fóruns lícitos de interação, para a troca de experiências e para as operações de compra e venda de kits para a atividade hacker.  E isto engloba não apenas o tráfico de códigos maliciosos utilizados nos ataques, mas também as listagens globais de verdadeiros parques computacionais zumbis, que são transformados em clusters, tanto para o ataque de pane (DDoS), quanto para o processamento de dados, necessário à decifração de senhas ou à quebra de algoritmos em geral.

Assim, é papel da comunidade de segurança acompanhar o cibercrime, o ciberterrorismo e o hacktivismo como facetas de um mesmo movimento de constante pressão em que vive a sociedade atual (suas pessoas, suas instituições de estado, suas empresas e agremiações), em função da vulnerabilidade sistêmica que existe na Internet.

E cabe à indústria de software e dispositivos de segurança o esforço permanente de oferecer à sociedade os mecanismos de combate (prioritariamente, de proteção) contra toda a sorte de atacantes virtuais. Em outras palavras, a ordem é contribuir - de modo frio e agnóstico - para a mitigação dessas vulnerabilidades, que são cada dia maiores, mais complexas e mais desafiadoras.

domingo, 1 de março de 2015

Empresas de ground handling querem expandir no segmento de aviação executiva


Com crescimento de 6% em média ao ano, a aviação executiva já é um nicho atraente para as chamadas Esatas

De olho no crescimento da aviação executiva no Brasil, as Esatas, empresas auxiliares do transporte aéreo, querem expandir a atuação neste nicho. O país já é hoje dono da segunda maior frota de aeronaves executivas do mundo e não para de crescer.

“O segmento é muito importante para a nossa indústria porque precisa não apenas do atendimento na pista, mas requer catering, atendimento nas lounges e outros serviços como suporte em terra para as aeronaves e passageiros em trânsito”, diz Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo). Ele lembra que um executivo que vem do exterior em seu próprio jato, por exemplo, por regulamento, precisa já ter contratado uma Esata para poder pousar aqui no Brasil. É esta mesma empresa que se encarregará de todo suporte de imigação, transporte terrestre e toda segurança e preparação da aeronave para decolar novamente para o país de origem.

Miguel chama a atenção para o crescimento dos investimentos da iniciativa privada em aeroportos voltados para aviação geral e da proposta de transformar alguns aeroportos em exclusivos, como o de Sorocaba, no interior de São Paulo. “A aviação executiva é hoje claramente um vetor de desenvolvimento de um país continental como o nosso e o segmento de ground handling está aqui pronto para suportar este crescimento acelerado”, ressaltou.

De maneira geral, mesmo em um ano com expectativas de crescimento econômico tão baixas, o segmento de ground handling projeta uma expansão de 3,4% nos negócios em 2015. Em termos de geração de emprego, devem ser criados 1.400 novos postos de trabalho e um aumento de 4,6% nos empregos diretos. No fim do ano passado, o setor contava com pouco mais de 30 mil trabalhadores diretos.

As chamadas Esatas (Empresas de  Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo) estão presentes em 70% das operações da aviação comercial, seja na realização de serviços operacionais (abastecimento de água, catering, carregamento de bagagem etc), serviços de proteção, serviços de emergência  e serviços comerciais.  Os dados fazem parte do levantamento do 1.° Anuário Brasileiro de Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos, lançado no fim do ano passado.

Ao todo existem hoje 211 empresas de Esatas no Brasil, sendo que a maior parte está em São Paulo, 70 companhias, seguido de Minas Gerais, com 45, Rio de Janeiro, 36, e Rio Grande do Sul, com 31 empresas do setor. A maioria se concentra na prestação de serviços operacionais para as empresas aéreas regulares, 147 empresas, mas muitas estão envolvidas com outros serviços, tais como atendimento de aeronaves (60), limpeza de aeronaves (50), movimentação de carga (50), atendimento e controle de embarque de passageiros (38), entre outros. Mais informações emwww.abesata.org

Signature Group Holdings fecha aquisição da GRSA e se torna líder mundial em reciclagem de alumínio de terceiros

-- A transação marca a culminação de uma série de ações tomadas pela empresa nos últimos dois anos para triplicar sua capitalização de mercado
-- A aquisição incluiu uma oferta inovadora de direitos básicos de subscrição com participação significativa dos acionistas:
-- * Transação subscrita em excesso em 75% ou $ 42 milhões
-- * Indicativo de interesse do mercado em tendência do alumínio automotivo
A Signature Group Holdings, Inc. ("Signature" ou a "Empresa") (OTCQX: SGRH) anunciou hoje que concluiu a aquisição da Global Recycling and Specification Alloys ("GRSA"), da empresa de capital fechado Aleris Corporation, por $ 525 milhões. A Signature irá operar a empresa em formação como "Real Alloy".
A Real Alloy se torna a maior empresa independente de reciclagem de alumínio do mundo, convertendo sucata e refugo de alumínio em alumínio de alta qualidade, para uso final em manufatura automotiva e aeroespacial, embalagem de alimentos e bebidas e na indústria da construção. Seus clientes são fabricantes de automóveis e suas fornecedoras de nível um e nível dois e oficinas de laminação de alumínio nos EUA, Canadá, México e Europa. A Real Alloy desfruta economia de escala e a principal participação de mercado em reciclagem de alumínio de terceiros na América do Norte e na Europa.
O CEO da Signature, Craig Bouchard, declarou: "Estamos muito satisfeitos por concluir essa transação. É tudo o que estávamos procurando: uma líder nesse setor de alto crescimento, com uma base de clientes blue-chip e uma equipe experiente de administração. Bouchard disse ainda: "Essa equipe construiu a empresa número um desse setor e eu dou as boas-vindas a seus 1.600 empregados, em 24 usinas na América do Norte e na Europa, à família Signature".
O vice-presidente sênior da divisão da América do Norte da GRSA, Terry Hogan, foi nomeado presidente da Real Alloy, a partir de 27 de fevereiro de 2015. O vice-presidente das operações europeias da GRSA, Russell Barr, ocupará o cargo de vice-presidente executivo da Real Alloy Europe, também a partir de 27 de fevereiro de 2015.
Essa transação é transformadora para a Signature, porque ela dá seguimento a sua estratégia publicamente anunciada de se tornar uma investidora estratégica estável nos setores que incluem transporte, alimentação, água e energia. Em consequência da transação, a empresa espera que suas receitas anuais irão aumentar de menos de $ 50 milhões para aproximadamente $ 1,5 bilhão, com um significativo fluxo de caixa positivo livre.
Detalhes sobre a estrutura inovadora da transação
Uma subsidiária da Signature emitiu títulos negociáveis publicamente no valor de $ 305 milhões (B2/B3) e, ao mesmo tempo em que está acertando uma linha de crédito de capital de giro que agregará $ 175 milhões, a Signature contribuiu com mais de $ 180 milhões em capital para a Real Alloy, para completar a transação e pagar os custos de fechamento. A Signature anunciou anteriormente que levantou capital próprio para a transação. A parte final do capital veio de uma estrutura de oferta inovadora de direitos de subscrição básicos. A oferta levantou $ 55 milhões, com requisições totais de subscrição e subscrição em excesso de mais de $ 97 milhões. Bouchard observou: "Estamos satisfeitos pelo fato de que 80% de nossas ações foram subscritas, na oferta de direitos básicos. Além disso, os acionistas requisitaram subscrições em acesso em mais de $ 52 milhões. Isso levou a $ 42 milhões a mais em subscrições do que o máximo previsto na oferta. Agradecemos a forte demonstração de apoio dos acionistas nos últimos dois anos, porque nossa capitalização de mercado triplicou".
Sobre a Signature Group Holdings, Inc.
A Signature é uma empresa holding, sediada na América do Norte, que busca investir seu capital em empresas de grande porte, bem administradas e consistentemente rentáveis, que se concentram principalmente nos mercados industrial e comercial nos Estados Unidos. A Signature tem recursos de capital significativos e carryforwards(postergação para exercícios subsequentes) de tributos federais pelos prejuízos operacionais líquidos de mais de$ 900 milhões. Para mais informações sobre a Signature, visite seu website corporativo emwww.signaturegroupholdings.com.
Sobre a oferta de direitos
A oferta de direitos permanece aberta com respeito aos portadores de bônus de subscrição da Signature e está sendo feita apenas por meio de um prospecto. Um suplemento do prospecto foi protocolado, anteriormente, na Comissão de Valores Mobiliários (Securities and Exchange Commission) pela empresa e a data de expiração de tal porção da oferta de direitos será mantida até 28 de abril de 2015. Este comunicado à imprensa não deve constituir uma oferta para vender ou uma solicitação de uma oferta para comprar valores mobiliários descritos aqui, nem deve haver qualquer oferta, solicitação ou venda de valores mobiliários em qualquer estado ou jurisdição no qual tal oferta, solicitação ou venda seja ilegal antes do registro ou qualificação dos valores mobiliários, de acordo com a legislação de valores mobiliário de tal estado ou jurisdição. A SUPERVISÃO DO COMISSÁRIO DE NEGÓCIOS DO ESTADO DA CALIFÓRNIA NÃO RECOMENDA OU ENDORSA A COMPRA DESSES VALORES MOBILIÁRIOS.
Declaração de advertência sobre informações prospectivas
Este comunicado à imprensa contém declarações prospectivas, que se baseiam nas atuais expectativas, avaliações e projeções sobre os negócios e prospectos da Signature e da Real Alloy, bem como nas convicções da administração e em certas suposições feitas pela administração. Palavras tais como "prevê", "espera", "pretende", "planeja", "acredita", "busca", "avalia", "pode", "poderia", "irá" e variações dessas palavras se destinam a identificar declarações prospectivas. Tais declarações somente são válidas na data em que foram feitas e estão sujeitas a alterações. A Signature não assume qualquer obrigação de revisar ou atualizar publicamente quaisquer declarações prospectivas, por qualquer razão. Essas declarações incluem -- mas não se limitam a -- declarações sobre a expansão e estratégias empresariais, oportunidades previstas de crescimento, o montante de capital necessário a ser levantado para realizar essas estratégias, bem como futuro desempenho, crescimento, resultados operacionais, condições financeiras e prospectos da Signature e da Real Alloy. Tais declarações não constituem garantias de futuro desempenho e estão sujeitas a certos riscos, incertezas e suposições difíceis de predizer. Consequentemente, os resultados reais podem diferir materialmente e adversamente dos que foram expressos em qualquer declaração prospectiva, em vista de vários fatores. Fatores importantes, que podem causar tais diferenças, incluem -- mas não se limitam a -- a capacidade da Signature de identificar, consumar e integrar com sucesso as aquisições da Real Alloy e/ou de outras empresas; a aceitação das ações da empresa para registro na NASDAQ ou em outra bolsa de valores; mudanças nos negócios ou outras condições de mercado; a dificuldade de manter o crescimento das despesas em níveis modestos, ao mesmo tempo em que aumenta as receitas; a capacidade da Signature de se defender com sucesso contra atuais e novas matérias litigiosas, bem como das exigências de bancos de investimento de reivindicações de defesa, indenização e contribuição; obtenção dos benefícios esperados da reincorporação; a capacidade da Signature de acessar e realizar valor de seuscarryforwards de tributos federais pelos prejuízos operacionais líquidos; e outros riscos detalhados, de tempo em tempo, nos arquivos da Signature na Comissão de Valores Mobiliários, incluindo -- sem se limitar a -- o Relatório Anual no Formulário 10-K protocolado mais recentemente e os relatórios subsequentes feitos nos Formulários 10-Q e 8-K.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Symantec ajuda na descoberta de cibercriminosos responsáveis pela infecção de mais de 3 milhões de computadores no Brasil e mundo

Symantec auxiliou uma operação liderada pela Europol para deter o grupo cibercriminoso por trás do botnet Ramnit (detectado pela Symantec como W32.Ranmnit.B), que infectou e roubou informações em mais de 3,2 milhões de computadores no mundo, incluindo o Brasil. A empresa cedeu dados técnicos e de telemetria para auxiliar na investigação do órgão europeu. No Brasil, o grupo afetou ao menos 100 mil máquinas. A ação também contou com o suporte da Microsoft e outros parceiros da indústria de segurança da informação e de infraestrutura.

O Ramnit é conhecido por possuir diversas formas de atacar um usuário. Ele é capaz de monitorar sessões de navegação na internet, roubar credenciais bancárias e cookies de sites ou pegar arquivos no disco rígido, além de dar aos atacantes acesso remoto ao computador. Além disso, o grupo incorporou diversos recursos em seus malwares, para evitar o banimento e manter a infecção ativa nos computadores.

Os países mais afetados pela gangue, que atuam há cinco anos, são Índia, Indonésia, Bangladesh, Estados Unidos e Vietnã. E, apesar da identificação da ameaça ter reduzido a quantidade de computadores infectados pela ameaça, a Symantec continua a bloquear ataques dos malwares utilizados pelo grupo. Apenas em novembro de 2014, por exemplo, a média diária de defesas foi de cerca de 6.700 novas infecções.

A Symantec lançou uma ferramenta que verifica se há infecção por Ramnit e permite a remoção da ameaça em um computador comprometido. Visite esta página para baixar a ferramenta.

Líder Aviação abre vagas para programa de formação técnica

O curso é gratuito e inclui período de estágio remunerado

A Líder Aviação está com inscrições abertas para o programa de formação técnica 2015, que tem o objetivo de formar auxiliares de manutenção de aeronaves. Podem participar do processo seletivo pessoas com mais de 18 anos e que tenham concluído curso técnico em mecânica, eletrônica, mecatrônica ou elétrica.

Criado há 10 anos, o curso tem duração média de 12 meses e inclui um período de estágio remunerado. Ao final do programa, os candidatos – depois de aprovados em prova da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e ao apresentar um projeto na área de atuação – serão contratados.

No total, serão 15 vagas, distribuídas entre as cidades de Campos (RJ), Jacarepaguá (RJ), Macaé (RJ) e Vitória (ES). O prazo para inscrição termina no dia 14 de março. Interessados devem enviar currículo para camila.alcantara@lideraviacao.com.br.

Sobre a Líder Aviação
Com 56 anos de experiência no mercado, a Líder Aviação tornou-se a maior empresa de aviação executiva da América Latina. Com dois mil colaboradores, 23 bases operacionais e frota de mais de 100 aeronaves, a empresa oferece soluções completas em vendas, manutenção, fretamento e gerenciamento de aeronaves, atendimento aeroportuário, operações de helicópteros, reparo de pás de helicópteros e corretagem de seguros aeronáuticos.

Ambev fecha 2014 com crescimento de 7,5% no EBITDA e de 8,9% no lucro líquido



§  Volumes consolidados cresceram 2,9% no ano. Copa do Mundo foi responsável por venda incremental de 1,4 milhão de hectolitros de cerveja no país.

§  Com crescimento de cerca de 20% no ano passado, marcas premium já representam 8% do volume total de cerveja vendido pela companhia no Brasil.

§  Investimento da Ambev no Brasil em 2014 foi recorde: totalizou R$ 3,1 bilhões.

São Paulo, 26 de fevereiro de 2015 – Após um terceiro trimestre impactado pela retração da indústria, a Ambev recupera crescimento no quarto trimestre de 2014 e fecha ano com volume 2,9% maior que o reportado em 2013. Considerando apenas o volume de cerveja vendido no Brasil, o crescimento foi de 4,7% no ano.

A execução da estratégia comercial da Ambev foi um dos fatores principais que influenciou na retomada do crescimento. A companhia manteve sua aposta nas marcas premium. Liderado por Budweiser, Original e Stella Artois, as marcas premium apresentaram alta de cerca de 20% nas vendas em 2014 e já representam aproximadamente 8% do volume total de cerveja vendido pela Ambev no Brasil.

Os investimentos em inovações também foram prioridade da companhia no ano passado. Menos de dois anos após seu lançamento, Brahma 0,0% é a marca líder de vendas no segmento de cervejas não alcoólicas e já representa cerca de 1% do volume total de cerveja vendido pela companhia.

Com a estratégia de oferecer produtos para diferentes perfis de consumidores e ocasiões de consumo, a Ambev tem inovado cada vez mais. Em 2014, por exemplo, a empresa lançou a Skol Beats Senses, a primeira e única bebida a base de cerveja que pode ser consumida com gelo, o que faz com que seja caracterizada como um líquido ainda mais exclusivo e versátil.

No segmento de refrigerantes, a Ambev também apresentou inovações e bom desempenho, terminando o ano com a melhor média de participação de mercado da sua história: 18,8%. Outro destaque foi a introdução da garrafa de vidro retornável de 1 litro de Pepsi, contribuindo para o crescimento de volume do ano.

Copa do Mundo

Outro destaque de 2014 foi a execução da empresa durante a Copa do Mundo. “Nós abraçamos o sonho de realizar a melhor Copa do Mundo da história. E atingimos o sonho. Mais do que patrocinar o evento, a Ambev criou experiências únicas de engajamento e conexão com os consumidores, construindo, assim, um caminho para crescimento de longo prazo”, afirma Nelson Jamel, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Ambev.

Durante o Mundial, a companhia realizou eventos e ativações com as marcas de cerveja Brahma e Budweiser e com o refrigerante Guaraná Antarctica, patrocinador da Seleção Brasileira de futebol. Cálculos da empresa apontam que a realização da Copa do Mundo no Brasil foi responsável pela venda de um volume incremental de 1,4 milhão de hectolitros de cerveja no país, cerca de 1,7% a mais do que foi vendido no mesmo período de 2013.

Investimento recorde

Os investimentos da Ambev no Brasil em 2014 foram recorde: alcançaram R$ 3,1 bilhões. O valor foi destinado à tecnologia, pesquisas e inovações, ampliação e construção de fábricas – como as unidades de Uberlândia (MG) e Ponta Grossa (PR) –, modernização e aquisição de equipamentos e também para garantir maior eficiência da frente de vendas e no processo logístico e de distribuição.

Este aporte demonstra a contínua aposta da companhia no país, apesar de o mercado ainda sofrer impactos do cenário macroeconômico adverso. A companhia tem executado um robusto plano de investimentos para ampliar sua capacidade produtiva. De 2010 a 2014, a Ambev investiu R$ 12,6 bilhões no Brasil.

Perspectivas 2015

Como principais pilares de atuação em 2015, a Ambev continuará investindo em inovações, em embalagens mais econômicas e também ampliará sua estratégia de marketing 360°, buscando ativar o consumidor em diferentes ocasiões por meio de múltiplas plataformas de comunicação. Como exemplo de desenvolvimento dessa conexão cada vez mais próxima com o consumidor, a Ambev será a patrocinadora dos mais importantes eventos de música do Brasil em 2015: o Rock in Rio, por meio da marca Pepsi, e o Lollapalooza e Tomorrowland, com a Skol.

Como carro-feche de seu programa de inovação, a Ambev anunciou a construção de um novo Centro de Inovação e Tecnologia. Com um investimento de R$ 180 milhões, a unidade será instalada no Rio de Janeiro e contará com o que há de mais moderno na pesquisa de novos líquidos, processos e embalagens. O centro produzirá protótipos para atender a demanda crescente por novos produtos, até mesmo em quantidade suficiente para a comercialização em mercados-teste.


Resultados 2014

Ambev consolidado (América Latina Norte + América Latina Sul + Canadá

Ano de 2014 X Ano de 2013

O EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado da Ambev de 2014 chegou a R$ 18,2 bilhões, um aumento de 7,5% se comparado ao ano anterior. A receita líquida do ano cresceu 10,9% em termos orgânicos, totalizando R$ 38 bilhões. O lucro líquido ajustado no ano foi de R$ 12,5 bilhões, o que representa um aumento de 8,9% em relação a 2013.

O volume total de vendas da Ambev em 2014 chegou a 171,7 milhões de hectolitros de bebidas. Se comparado com o ano anterior, houve alta de 2,9%. Deste total, 124,7 milhões de hectolitros foram de cerveja e 47 milhões de hectolitros foram de refrigenanc (refrigerantes, bebidas não-alcóolicas e não-carbonatadas).

4° trimestre de 2014 X 4° trimestre de 2013

Ao considerarmos apenas o quarto trimestre, o EBITDA ajustado foi de R$ 6,8 bilhões, 7,6% maior se comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. A receita líquida do período cresceu 11,5% em relação a 2013, totalizando R$ 12,2 bilhões. Já o lucro líquido ajustado do quarto trimestre foi de R$ 4,7 bilhões, queda de 1,2% na comparação com o último trimestre de 2013. O volume total de vendas da Ambev no quarto trimestre de 2014 chegou a 49,5 milhões de hectolitros de bebidas, sendo 36 milhões de hectolitros de cerveja e 13,5 milhões de hectolitros de refrigenanc. O volume total de vendas da companhia no período cresceu 0,3% se comparado com o quarto trimestre do ano anterior.

Ambev Brasil

Ano de 2014 X Ano de 2013

No Brasil, a Ambev alcançou um EBITDA ajustado de R$ 12,7 bilhões em 2014, o que representa um crescimento orgânico de 5,3% se comparado com o ano anterior. O volume total de vendas da Ambev no Brasil cresceu 3,9%, totalizando 117,5 milhões de hectolitros. Em cerveja, o volume de vendas de 2014 foi de 86,9 milhões de hectolitros, crescimento de 4,7%. O volume de refrigenanc vendido foi de 30,6 milhões de hectolitros, crescimento de 1,4%.

4° trimestre de 2013 X 4° trimestre de 2012

O EBITDA ajustado no Brasil no quarto trimestre de 2014 foi de R$ 4,8 bilhões, houve um aumento de 5,4% se comparado ao mesmo período no ano anterior. A receita líquida cresceu 10,4% em relação aos três últimos meses de 2013, totalizando R$ 7,9 bilhões. O volume total de vendas no Brasil no quarto trimestre chegou a 33,8 milhões de hectolitros de bebidas, leve aumento de 0,6% se comparado com o quarto trimestre do ano anterior. Deste total, 25 milhões de hectolitros foram de cerveja (aumento de 1,5%) e 8,8 milhões de hectolitros foram de refrigenanc (queda de 1,7%).

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Flux representa Brasil em feira de Games nos EUA

Empresa levará dois projetos e aposta no evento para expandir atuação global

A desenvolvedora Flux Game Studio representará o Brasil simultaneamente em dois dos principais eventos mundiais do mercado de games: a Game Connection America 2015 (GCA), que será realizada entre 02 e 05 de março, e a Game Developer Conference (GDC), que acontece de 02 a 06 de março, ambas em San Francisco, EUA. Esta é a primeira participação da empresa na GCA, e a expectativa é muito positiva, já que  no ano passado sua presença na Game Connetion Europe rendeu um contratopara o desenvolvimento de um game mobile com uma companhia alemã. De acordo com Paulo Luís Santos, diretor da Flux, nesta edição serão apresentados dois projetos na feira.
“O primeiro é o G.U.T.S., game para Playstation 4 e Xbox One, cuja divulgação começou na GC 2014 com feedback positivo de 90% das publishers para quem mostramos o projeto. Agora, desenvolvemos um protótipo, artes conceituais, documentação de mecânicas e o universo do game, e esperamos iniciar negociações concretas para levantar financiamento que permita o desenvolvimento”, revela. O segundo é o Space Scum, um game multi-plataforma, para Mobile e Consoles. “Trata-se de um gênero em alta hoje, o MOBA (Multiplayer Online Battle Arena), explorado por uma nova perspectiva de jogabilidade. Esperamos despertar interesse de publicadoras com o demo jogável que teremos em mãos” conta Santos.
Além dos encontros de negócios, a Flux está bastante animada com a Game Developer Conference (GDC), que concentra as melhores palestras e conteúdos da indústria de games. “Assistiremos o maior número de falas possível, e traremos para o nosso dia-a-dia as melhores práticas dos mercados mais evoluídos”, planeja o diretor da Flux.
EXPANSÃO – A participação da Flux Game Studio nestes eventos faz parte da sua estratégia de expansão fora do Brasil. “Estamos colocando nosso pé no mercado global. Ao participar de seguidos eventos globais com as principais empresas de games do mundo, estamos nos tornando cada vez mais conhecidos, criando relacionamentos, semeando negócios. Isso gerará frutos no médio e longo prazo, com bons acordos para desenvolvimento e publicação de novos games mundo afora”, explica o diretor da desenvolvedora, que apresentou um crescimento de 260% em 2014 com relação ao ano anterior.
Sobre a Flux Game Studio
Criada em 2012, na cidade de São Paulo, a Flux Game Studio é especializada no desenvolvimento de games autorais, sob demanda e gamificação. Sua missão é criar jogos que produzam experiências significantes, que levem diversão e alegria às pessoas, ajudando a criar uma sociedade mais feliz. Em pouco mais de dois anos, conquistou grandes clientes como Ambev, Brasil Kirin, Adidas, Zurich Seguros, TV Cultura e UOL. Com uma equipe de 18 profissionais, já produziu 26 jogos fechando 2014 com um crescimento de 260% com relação ao ano anterior. Site: http://www.fluxgamestudio.com/

O Contribuinte na Legislação Tributária Brasileira

O empresário brasileiro é, antes de mais nada, um forte,pois, além de ter que enfrentar as adversidades dos fatores desfavoráveis de ordem estrutural (a elevada carga tributária, os juros nas alturas, os serviços públicos ineficientes, a precariedade da infraestrutura, as políticas públicas inconstantes, além de muitos outros) que os seus colegas estabelecidos em outros países não têm, sofre ainda de uma legislação tributária que trata o contribuinte como um vilão e não como o principal protagonista do sistema tributário que sustenta o Estado Brasileiro.

Esse tratamento injusto do contribuinte é um viés cultural no Brasil onde o fisco é tido como um ente poderoso e feroz, haja vista, por exemplo, a simbologia utilizada pela Receita Federal para o Imposto de Renda,na figura de um leão. Nesse cenário, nada mais natural que o auditor, o “temido” fiscal, sinta-se um todo poderoso de quem todos os contribuintes devem ter medo e serem totalmente subservientes. O contribuinte deve ser tratado sempre como devedor ou até como “sonegador”, até que se prove o contrário (o que não é fácil na nossa intrincada, complexa e extensa legislação).

Para apoiar esse indigesto viés, a nossa legislação tributária é, na maioria das vezes, elaborada com foco na conveniência e na eficiência da arrecadação, desprezando, quase sempre, a simplicidade, a objetividade, a facilidade para quem recolhe os impostos, contribuições e taxas. Por outro lado, o desenvolvimento da tecnologia da informação, da informática, nota-se que, ao invés de facilitar, acabou complicando ainda mais a vida do contribuinte porque, mais uma vez, essa fantástica ferramenta de racionalização está sendo utilizada com ênfase só na conveniência da máquina arrecadadora.

Além da questão da complexidade para o pagamento de tributos, as multas previstas na nossa legislação tributária representam um outro abuso contra o contribuinte. Um mero e involuntário erro, por exemplo, na emissão de um documento fiscal que não tem a mínima consequência para a arrecadação, pode ter a cominação de multa calculada sobre o valor da operação,além da obrigação que o contribuinte tem de corrigir a falha. Por exemplo, o artigo 571 do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010, que dispõe sobre o Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados – RIPI, pune com multa correspondente a 150% da diferença do imposto no caso de declaração inexata em documento fiscal expedido durante o regime especial de fiscalização. No mesmo RIPI, a mera falta de destaque do imposto na nota fiscal, o contribuinte é punido com multa de 75%. No Regulamento do Imposto de Renda aprovado pelo Decreto nº 300, de 26 de março de 1999, a multa prevista no seu artigo 959 chega a 225% da diferença apurada em lançamento de ofício (fiscalização).

Diante da enormidade do absurdo existente na nossa legislação tributária, em recentíssima decisão, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal determinou que a multa aplicada ao contribuinte não pode ser superior a 100% e ultrapassar o valor do tributo. Mas, ainda assim, entendemos que o STF está sendo demasiadamente complacente com o Fisco.

Além de todas as disposições arbitrárias contra quem paga tributos neste país, de um modo geral, a auditoria, a fiscalização tributária,peca por agravar o viés “anticontribuinte” da legislação como acima comentado.Ou seja, o agente fiscal não atua como “servidor público”, no sentido de, em primeiro lugar, procurar orientar o contribuinte, dar esclarecimentos sobre a correta interpretação ou aplicação das normas tributárias. Aliás, não faz tempo, tivemos até administrações públicas que distribuíam “quotas de participação” aos fiscais sobre o valor das multas aplicadas aos contribuintes,um absurdo sem tamanho, até sob o ponto de vista ético. Mas esse tipo de prática não está totalmente erradicado do seio da administração tributária,haja vista a existência, ainda hoje, por exemplo, de programas de metas em que cada agente fiscal deve “produzir” um certo número de autuações ou lançamentos.

Por fim, é forçoso mencionar que a nossa Constituição Federal não contém disposição que, de alguma forma, possa amenizar o enorme desequilíbrio de forças e de poder existente entre os contribuintes e o Erário. Mas vale salientar a existência de oito Projetos de Lei que tratam da instituição do Código de Defesa do Contribuinte: o PL 2.557/2011, do deputado Laércio Oliveira (PR/SE), o PLP 70/2003, do deputado Davi Alcolumbre (PST/AP),o PLP 27/2007, do deputado Sandro Mabel (PMDB/GO), o PLP 194/2001, do deputado Chico Princesa (PSDB/PR), o PLP 37/2007, do deputado João Dado (PDT/SP), o PLP 38/2007, do deputado Sandro Mabel (PMDB/GO), o PLP 285/2005, da deputada Zulaiê Cobra (PSDB/SP), e o PLS 298/2011, da senadora Kátia Abreu (PMDB/TO).

* Hiroyuki Sato é diretor executivo de Assuntos Tributários, Relações Trabalhistas e Financiamentos da ABIMAQ. 

Mobile World Congress: RAD Apresenta Virtualização e Comunicação 4G com Sincronia de Nano Segundo

(Durante o Mobile World Congress, a RAD a destaca a virtualização de operadoras e um sistema que evita a queda de sinal em comunicações 4G)
 
RAD, uma das líderes globais em tecnologias para redes de serviços de operadoras fixas e móveis, irá participar do maior encontro global da indústria de telecomunicações móveis - o World Mobile Congress, que ocorre de 2 a 5 de Março, em Barcelona, na Espanha. Durante o evento, a RAD irá apresentar suas mais recentes tecnologiaS, voltadas para alavancar a produtividade e o lucro das operadoras no novo ambiente de negócios do setor, caracterizado banalização de demandas como o tráfego de big data, serviços computacionais em nuvem, jogos online, realidade aumentada e Internet das coisas (IoT).

Durante o WMC, a RAD irá expor inovações compreendendo as duas principais tendências do setor de telecomunicações. A Primeira dessas tendências é a corrida das Teles pela virtualização de suas estruturas, um movimento que já promete angariar investimentos de US$ 11 bilhões por parte das operadoras até 2018, segundo dados da empresa de pesquisa Infonetics, divulgados em dezembro último.

A segunda tendência do setor é o aprimoramento das redes 4G (ou LTE), surgida para acompanhar a verdadeira explosão da demanda de serviços móveis de qualidade multimídia, também conhecidos como Triple Play e Quad-Play.

No ano passado, a RAD investiu R$ 32 milhões em um laboratório de P&D, envolvendo mais de 100 especialistas dedicados ao desenvolvimento de tecnologias de virtualização. Recentemente, a empresa introduziu mundialmente o conceito de Virtualização de Funções de Rede Distribuída (D-NFV) e criou a D-NFV Alliance, liderando dezenas de fabricantes de tecnologia de telecomunicações que desenvolvem aplicações compatíveis com a sua nova tecnologia.

Ainda no MWC, a RAD apresenta as recentes atualizações de sua solução de garantia de serviços (Service Assured Access). Esta tecnologia é voltada para resolver um dos principais problemas das operadoras de serviços 4G, que é a frequente queda de sinal em comunicações desse tipo. Para solucionar esta falha, que causa grandes prejuízos ao setor e é uma das maiores causas de insatisfação dos clientes móveis, a RAD desenvolveu um dispositivo de sincronização, no padrão GrandMaster 1586, que realiza a sincronização em patamares de nano segundo. O novo dispositivo é compatível com as portas de serviço SFP existentes nos equipamentos de rede e oferece a sincronização automática após plugado nessas portas.

De acordo com Valter Teixeira, diretor da RAD do Brasil, resolver este tipo de problema é hoje uma das maiores preocupações da indústria de Telecom, especialmente no Brasil, onde o número de acessos 4G explodiu em 416,6% no ano passado, segundo dados da consultoria Teleco baseados em informações da Anatel. "Somente em 2014 foram adicionados 5,47 milhões de aparelhos 4G no Brasil, contra um total histórico de 1,31 milhões que existiam até 2013", afirma Valter Teixeira.

Segundo ele, não garantir qualidade de serviços para assinantes de produtos com este nível de sofisticação significa para as Teles um alto risco de perda de clientes com maior poder aquisitivo.
Ainda no Mobile World Congress, a RAD, em parceria com a HP, irá realizar a demonstração de uma nova interface virtual (vCPE) de demarcação com o usuário que permite a implementação de roteamento virtual de vários serviços (VSR). Outro destaque será o lançamento da interface demarcação (NID) ETX-2i, além do novo orquestrador de D-NFV da família RADview.

Sobre a RAD
A RAD é um fornecedor global de tecnologias de Acesso para Telecom. Nossas Soluções de Acesso com Garantia de Serviços para provedores de serviços móveis, corporativos ou de redes de atacado são projetadas para otimizar as bases competitivas dessas empresas: maior agilidade de serviços para minimizar os prazos de obtenção de receitas; completa visibilidade da performance da rede, para garantir a máxima eficiência, e melhor Qualidade de Experiência (QoE) para reduzir a perda de clientes.

Estamos na vanguarda de tecnologias pioneiras, tais como: NFV Distribuída; monitoramento de performance MEF Carrier Ethernet 2.0 em Camada 2 e Camada 3; miniaturização de hardware e sincronização de tempo sobre pacotes. Fundada em 1981, a RAD tem uma base instalada de mais de 13 milhões de unidades e atua com grande proximidade com operadoras e provedores de serviços Tier 1 ao redor do globo.

A RAD é membro do RAD Group, um grupo de empresas de US$ 1,2 bilhões que é líder em mundial em soluções de comunicação.

RAD Data Communications site: www.rad.com
Twitter: http://twitter.com/RADdatacomms
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/rad-data-communications

FecomercioSP lança documentário sobre gastos públicos no Brasil

Especialistas do Brasil e do exterior que atuam em Harvard, Columbia e no Banco Mundial comentam sua percepção sobre o tema
 
Análises e propostas para modernizar o Brasil, do campo previdenciário ao sistema financeiro, formam o conteúdo abordado no documentário em vídeo Pensando o Brasil - Gastos Públicos, que a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) lança hoje no seu canal do YouTube.
A produção mostra um "olhar de fora" considerado divisor de águas em um projeto que nasceu para investigar e entender o País. Participam do documentário especialistas estrangeiros e brasileiros - mas que atuam no exterior - das esferas político-econômica, cultural e social, com a proposta de reunir a percepção de cada um sobre o tema. 
"Por que o Estado brasileiro gasta tanto? Eu diria que, em larga medida, porque a sociedade quer que ele gaste. Trata-se de uma resposta às demandas sociais", diz, no documentário, o professor de Políticas Públicas da Universidade de Harvard, Filipe Campante.
Já o entrevistado Arturo Porzecanski, diretor do Programa de Relações Econômicas Internacionais da American University, criticou as metas de inflação atuais estipuladas pelo governo. "País sério não tem metas de inflação de 6% ou 7% e não tem inflação de 6% ou 7%".
Outra questão relevante apontada pelos especialistas é a resistência à mudança natural do brasileiro. "O brasileiro é resistente à mudança e muita gente ganha dinheiro do jeito que a coisa é. Por isso, o país paga um preço alto para manter o privilégio de alguns grupos", destacou Otaviano Canuto, conselheiro sênior do Banco Mundial.
Entre os entrevistados estão ainda Robert Kaufman, professor de Ciências Políticas na Universidade de Rutgers (NJ); Matthew Taylor, cientista político, professor da American University e autor de livros como Corrupção e Democracia no Brasil; Fernando Sotelino, professor de finanças internacionais da Universidade de Columbia e ex-presidente do Unibanco - Banco de Atacado de 1998 a 2004; Hussein Kalout, cientista político e professor da Universidade de Harvard; Paulo Sotero, diretor do Instituto Brasil do Wilson Center; Peter Hakim, presidente do Instituto de Análise Política Inter-American Dialogue, entre outros.
"O sistema tributário brasileiro é altamente confiscatório, injusto e burocratizado. A receita resultante é mal distribuída; o Estado é perdulário com a poupança social. Nessas situações, os cidadãos e as organizações devem fazer valer a sua opinião, gerando uma mobilização para alterar o quadro de desajustes. Trata-se de um "chamamento para o exercício da cidadania", ressalta Antonio Carlos Borges, diretor executivo da Fecomercio SP.
As próximas etapas do projeto incluem o lançamento do segundo documentário, intitulado Entraves burocráticos, no final de março, e a divulgação das entrevistas, que somam 12 no total. Todas as produções, em vídeo, serão veiculadas no canal do YouTube da FecomercioSP. O documentário pode ser visto no link a seguir: http://youtu.be/as5_mTfDEw8
Projeto
O projeto teve início ainda no começo de 2014. A primeira fase envolveu a produção de uma série de vídeos - veiculados na página oficial da Entidade no YouTube (www.youtube.com.br/fecomerciosp) - e  intitulada como Revista FecomercioSP, que promoveu uma discussão aprofundada sobre os problemas do País em seus diferentes aspectos.
A produção envolveu expoentes do pensamento brasileiro, como o historiador Marco Antonio Villa, o antropólogo Roberto Damatta, o filósofo Roberto Romano e o psiquiatra e psicanalista Jorge Forbes, além de outras personalidades como Laurentino Gomes e Luiz Felipe Pondé. As entrevistas, conduzidas pelo jornalista Adalberto Piotto, resultaram na publicação do livro Um Brasil.
O projeto prevê ainda o lançamento de outros impressos, a exemplo do Um Brasil, e promete aproximação com instituições de ensino para disseminação de seu conteúdo.
Sobre a FecomercioSP
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 155 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por 11% do PIB paulista - aproximadamente 4% do PIB brasileiro - e gera cerca de cinco milhões de empregos.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

LSG Sky Chefs amplia os negócios com a Azul


Desde o ano passado, empresa de catering do grupo Lufthansa atende Azul em todas as localidades no Brasil e nos voos internacionais

A LSG Sky Chefs, a maior fornecedora mundial de serviços de bordo, anunciou na semana passada que ampliou significativamente os negócios com a Azul Linhas Aéreas Brasileiras, em sintonia com a internacionalização e rápido crescimento da companhia aérea. A LSG está atendendo a Azul com os serviços de catering tradicionais em todas as localidades brasileiras desde o ano passado.

Agora a companhia aérea escolheu a LSG Sky Chefs para atender os primeiros voos internacionais, do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, para Fort Lauderdale e Orlando, nos Estados Unidos. As entregas da LSG Sky Chefs vão seguir de São Paulo, do Aeroporto Internacional de Guarulhos, até que possa começar a funcionar um pequeno centro de serviços em Viracopos.

Adicionalmente, Spiriant, a empresa de equipamentos da LSG Sky Chefs, foi selecionada para dar suporte à introdução do novo serviço de refeições com equipamentos de bordo, e ainda vai participar do processo de seleção para o desenvolvimento do  equipamento final.
Azul foi fundada em 2008 por David Neeleman (também fundador da JetBlue) e desde então se tornou a terceira companhia aérea brasileira. Em apenas cinco anos, a Azul já havia pulado de 2 milhões de passageiros por ano para mais de 20 milhões. Não é de surpreender que a Azul seja uma das companhias que mais cresce em todo o mundo. Atualmente tem uma frota de 142 aeronaves.

A LSG Sky Chefs é a maior fornecedora mundial de serviços de bordo. O que inclui catering, produtos para compra a bordo, equipamentos e logística, consultoria e serviços para lounges. O extenso know-how da empresa em excelência culinária e logística levou a empresa a entrar com sucesso em mercados adjascentes, tais como serviços ferroviários e varejo. Por ano, a LSG prepara 532 milhões de refeições, atendendo mais de 300 companhias aéreas  em 213 aeroportos em 54 países. Em 2013, as companhias que fazem parte do Grupo LSG Sky Chefs atingiram receitas consolidadas de 2,5 bilhões de euros. Mais informações: http://www.lsgskychefs.com

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Pepe comemora seus 80 anos no Cartão Verde desta terça-feira (24/2)

Na véspera de seu aniversário, o Canhão da Vila relembra momentos marcantes de sua carreira e comenta os jogos da Libertadores e do Campeonato Paulista. O programa vai ao ar às 22h, na TV Cultura.

No dia 25 de fevereiro de 1935, nascia José Macia, que ficaria conhecido como Pepe, um dos maiores nomes do futebol mundial. Nesta terça-feira (24/2), véspera do aniversário de 80 anos do ex-jogador e treinador, o Cartão Verde recebe o eterno ídolo da torcida santista para relembrar sua trajetória. Além disso, Pepe dá sua opinião sobre o andamento do Campeonato Paulista e da Copa Libertadores da América. Apresentado por Vladir Lemos, o programa vai ao ar ao vivo, às 22h, na TV Cultura.

Os números alcançados por Pepe revelam por si só a importância do ex-jogador e treinador no futebol mundial. É ele o segundo maior artilheiro do Santos, com 405 gols, ficando atrás apenas de Pelé. E, se o rei do futebol o superou neste quesito, Pepe pode se orgulhar de ocupar o posto de atleta com mais títulos pelo time da Vila Belmiro.

No total, somando as conquistas como jogador do Alvinegro Praiano, da Seleção Brasileira e as obtidas como técnico, Pepe soma a impressionante marca de 13 Campeonatos Paulistas, cinco Taças Brasil, um Torneio Roberto Gomes Pedrosa, um Campeonato Brasileiro, duas Copas Libertadores da América, dois Mundiais Interclubes, e, finalmente, duas Copas do Mundo.

Durante o programa, o ex-ponta-esquerda comenta detalhes dessa vitoriosa história e conta causos da época em que brilhava naquele que foi considerado o melhor time de todos os tempos. 

Apresentado por Vladir Lemos, o Cartão Verde conta com os comentários do ex-jogador Roberto Rivellino, campeão mundial em 1970, e dos jornalistas Celso Unzelte e Vitor Birner. O programa está na tela da TV Cultura desde 1993.

Lufthansa vai voar para o Panamá pela primeira vez


Voos diretos de Frankfurt começam em 16 de novembro e, através da parceria com a Copa Airlines, companhia vai oferecer conexões para a América do Sul

A Lufthansa está expandindo ainda mais a malha aérea na América do Sul. A partir de 16 de novembro, a companhia vai oferecer um ano de voos diretos para a Cidade do Panamá pela primeira vez. A solicitação ainda depende de aprovação governamental.

Um Airbus A340-300 vai ligar cinco vezes por semana a Europa à metrópole econômica da América Central, a Cidade do Panamá. O voo LH484 vai decolar do hub da Lufthansa em Frankfurt pela manhã, às 10h15, e vai chegar ao Panamá às 16h40 (hora local), depois de um voo de 12 horas e 25 minutos. O voo de retorno, LH 485, vai partir da Cidade do Panamá no começo da noite e, como um voo noturno, vai pousar no Aeroporto de Frankfurt na manhã do dia seguinte. A bordo os passageiros podem esperar o elevado nível de conforto. Com um total de 298 assentos, a Lufthansa vai oferecer Business Class, Premium Economy e Economy Class, com o que há de mais novo em termos de design em todas as classes: os assentos da Business Class podem ser transformados em cama com 1,98 metros ao toque de um botão. Na nova Premium Economy, o espaço para as pernas aumentou assim como a distância entre as poltronas. Com o sistema de entretenimento a bordo, há uma ampla oferece de diversão para os passageiros em todas as classes. Assim como a internet banda larga, Flynet.

Lufthansa está também expandindo a parceria com a companhia aérea panamenha Copa. Para os passageiros da Lufthansa no futuro vai ser fácil chegar aos 50 destinos nas Américas Central e Sul e no Caribe com a companhia aérea parceira. Os mais importantes destinos turísticos na malha aérea da Copa Airlines incluem aeroportos no Peru, Equador, Costa Rica, Nicarágua e Guatemala.  Os horários de voo da Lufthansa são coordenados para que as conexões com a Copa se tornem confortáveis no aeroporto de Tocumen, o chamado Hub das Américas da Copa Airlines.

Panamá está situado entre a Costa Rica e a Colômbia e vem registrando um crescimento econômico forte nos últimos anos. Além do famoso Canal do Panamá, o país tem um importante setor bancário, uma localização geográfica favorável e uma boa infraestrutura, oferecendo assim razões para uma viagem de negócios para este país da América Central. Praias intocadas e um grande número de parques nacionais com florestas tropicais, manguezais e uma mundo submanrino que promete aos visitantes uma experiência inesquecível.

Mais informações em www.lufthansa.com

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Tropical Hotels & Resorts Brasil marca presença na BTL em Lisboa

Comemorando 56 anos em 2015, hotelaria made in Brasil explora seus destinos com voos diretos em encontro internacional. 

O Diretor Comercial da Tropical Hotels & Resorts Brasil, Eduardo Pereira Filho, desembarca no próximo dia 22 (domingo) em Lisboa (Portugal).  O executivo participa de uma das principais feiras de turismo, negócios e networkings do mundo: a BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa - 2015.  O encontro acontece entre os dias 25 de fevereiro a 01 de março (quarta a domingo) e reunirá os principais stakeholders do setor. A Tropical estará presente em parceria com a Resorts Brasil no stand da EMBRATUR.

De acordo com Eduardo, um dos objetivos é potencializar a divulgação do Tropical Manaus EcoResort, explorando a facilidade gerada pelos voos diretos de Lisboa para Manaus ofertados pela empresa aérea TAP.  Esta ligação permite que portugueses e demais europeus cheguem à Manaus com maior facilidade e rapidez. “Queremos aumentar o fluxo de turistas em cerca de 25% nas próximas temporadas e ampliar negócios com os mercados, principalmente em Manaus (AM)", afirma. 

Além da participação durante toda a feira, o auge da viagem acontece no dia 24 (terça) com o Workshop Resorts Brasil onde acontecem: almoço exclusivo com a imprensa nacional e internacional; workshop com agentes de viagens além do jantar e apresentação da Resorts Brasil para operadores, parceiros e convidados.

Tropical Hotels & Resorts celebra 56 anos de história em 2015 e orgulha-se em ser referência em turismo nacional. A hotelaria “made in Brasil” é independente e genuinamente brasileira.

Sobre os Hotéis
Tropical Manaus EcoResort
Considerado um oásis ecológico de luxo, o empreendimento está extremamente bem localizado: às margens do Rio Negro, a 16 km do centro de Manaus (AM) e a 25 km do Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões.  O hotel possui completo Centro de Convenções capaz de acomodar mais de 3 mil pessoas em seus 15 espaços que juntos abrigando desde pequenos encontros até conferências, convenções e grandes eventos.  O resort é o único empreendimento do Brasil a contar com um zoológico de aproximadamente 20 mil metros quadrados, onde acolhe diversas espécies da fauna amazônica e funciona como abrigo para animais resgatados pelo IBAMA, que não têm condições de retornar à natureza.

Tropical Tambaú
Cartão postal de João Pessoa está localizado na paradisíaca praia de Tambaú. Criado pelo artista Sérgio Bernardes referência em singularidade da arquitetura brasileira, o projeto arquitetônico foi criado em formato circular possibilitando a todos os hóspedes acomodações exclusivas com vista panorâmica seja para o mar ou para os encantadores jardins internos. 

Tropical Oceano Praia
Localizado no berço da colonização brasileira, em Porto Seguro, o empreendimento está às margens da Praia de Taperapuan, uma das mais famosas da região.  O cenário é marcado por coqueiros, areia branca e águas calmas e cristalinas.