segunda-feira, 3 de novembro de 2014

18º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO - DE 10 A 19 DE NOVEMBRO - RIO E NITERÓI Um panorama do mundo através do olhar universitário de volta às origens no Cine Arte UFF após nove anos

Entre os dias 10 e 19 de novembro, acontece a 18ª edição do Festival Brasileiro de Cinema Universitário – FBCU – comemorando o retorno à UFF após nove anos de ausência e a maioridade do festival que é o mais importante evento do país dedicado à produção audiovisual gerada no ambiente das universidades e escolas do Brasil e do mundo. Serão exibidos 146 filmes de 25 países. A maratona de cinema acontece no Cine Arte UFF, Sala Multimeios da UFF e no Cine Joia com entrada gratuita e os filmes da Mostra Competitiva Nacional são seguidos de debates com seus realizadores e jurados. O FBCU conta com recursos da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, do Centro de Artes UFF e tem o apoio da Secretaria de Estado de Cultura. Os organizadores do evento - Associação Cultural de Cinema Universitário – que existe desde 1995, calculam atrair cerca de 2 mil pessoas nesta edição.

Na abertura, no dia 10 de novembro, às 20h no Cine Arte UFF, será exibido o longa “A Bruta Flor do Querer”, ganhador do Festival de Gramado 2013, dirigido pela dupla Andradina Azevedo e Dida Andrade, ex-alunos de cinema e antigos frequentadores do FBCU.

Com curadoria de Guilherme Tristão, Flavia Candida, Aleques Eiterer e Eduardo Cerveira, todos graduados pela UFF, o FBCU tem como meta criar um espaço para exibição dos filmes universitários, promover a integração das escolas de cinema, com encontros e debates entre alunos, ex-alunos, professores e profissionais de cinema. “O festival, ao longo de suas edições, tem se consagrado como primeiro ponto de exibição de profissionais do cinema que se destacam no cenário do cinema nacional”  comenta Guilherme Tristão, curador e produtor do FBCU desde seu início, em 95.

Serão exibidas 146 produções entre curtas e longas (10 longas e 136 curtas) divididos em mostras Competitivas Nacional e Internacional; Panorama Carioca (filmes das escolas de cinema do Rio de Janeiro seguido de bate-papo com diretores), Panorama Nacional (curtas das escolas brasileiras que “quase entraram” na Competição), Primeiros Longas de Ex-Alunos e a Mostra Homenagem Ricardo Miranda (homenagem a um profissional ligado ao Ensino de Cinema).

MOSTRA HOMENAGEM RICARDO MIRANDA - O Festival tem, por tradição, homenagear profissionais de cinema ligados ao ensino de cinema e audiovisual em instituições de nível técnico ou nível superior. Este ano, o homenageado será o cineasta Ricardo Miranda, professor da Escola de Cinema Darcy Ribeiro e grande incentivador do longa-metragem “Conceição: Autor Bom, É Autor Morto” (2007), primeiro longa-metragem 100% realizado numa escola de cinema (UFF). “Miranda foi um grande mestre e incentivador dos seus alunos, um cineasta de espírito jovem e de uma generosidade imensa. Ele foi nosso jurado no FBCU em 2002 e, infelizmente, morreu esse ano, em março”, lembra Flavia Candida. Serão exibidos na Mostra os filmes “Palavra Exata”, “Fragmento de um Discurso Amoroso”, “Djalioh”, “Mojica”, “Território Crítico” e “Paixão e Virtude” (último longa-metragem, inédito no circuito comercial).


Além da homenagem especial à Ricardo Miranda, o festival conta com a estreia de 30 curtas: 17 na Mostra Panorama Carioca, sete na Mostra Panorama Nacional e seis na Mostra Competitiva Nacional.

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL - Serão exibidos 30 curta-metragens na Mostra Competitiva Nacional, divididos em cinco programas. Entre os filmes apresentados, se destacam: "Mauro em Caiena", de Leonardo Mouramateus, da Universidade Federal do Ceará que conquistou prêmios nacionais e internacionais, "O Amor que Não Ousa Dizer Seu Nome", de Bárbara Roma, da UFScar, que teve uma boa carreira no circuitos dos festivais nacionais, em especial os de temática LGBT (nacionais e internacionais), "Preto ou Branco!", de Alison Zago, da Eca/USP, ganhador do Prêmio BNB de Cinema e Troféu ABD (Maranhão), além de Melhor Filme de Curta-Metragem - 4º Festival Internacional de Cine Político da Argentina, "O Sol Pode Cegar", de Thomás (Toti) Loureiro (FAAP), que teve uma boa carreira no circuitos dos festivais nacionais e nos Estados Unidos e "Lembranças de Maura", de Bruna Lessa (Universidade Anhembi-Morumbi), ganhador como Melhor Filme de Ficção - XXVII Congresso Intercom Sudeste, Bauru 2013; Melhor Filme pelo júri - 3º Festival Sercine, Aracaju 2013; Melhor Filme de Ficção Nacional - XXXVI Congresso Brasileiro de Comunicação Intercom e Melhor Filme pelo Júri popular - 5º Cine Fest Brasil, Montevidéu. 

MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL  - Para a competitiva internacional, foram recebidos 700 trabalhos e selecionados 35 filmes segundo o critério dos curadores. Serão 25 países participantes – Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Chile, Cingapura, Coréia do Sul, Cuba, Espanha, EUA, Finlândia, França, Irã, Israel, Itália, Japão, Lituânia, México, Polônia, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Rússia, Sérvia e Suíça. Na mostra, o público terá oportunidade de assistir curtas que vem desenvolvendo carreira internacional nos festivais de Cannes, Sundance e Berlin, como o iraniano “Mais que duas horas”, de Ali Asgari, indicado para a Palma de Ouro, Festival de Cannes/França 2013 e mais de 25 outros prêmios, o aclamado filme finlandês “O encontro”, de Jenni Toivoniemi, ganhador do Prêmio do Júri para Curta Ficção Internacional de Sundance/EUA 2013 e menção Especial do Júri Jovem da Competição Generation 14plus, do Festival Internacional de Cinema de Berlim/Alemanha 2013. 

LONGA DE EX-ALUNOS - Um dos maiores sucessos do cinema nacional esse ano teve sua gênese no FBCU. Daniel Ribeiro,  ex-USP, participou do FBCU desde suas comédias escrachadas, burilou seu roteiro, “Café com Leite”, no Projeto Sal Grosso e agora volta com o seu imenso sucesso, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” que será exibido na Mostra Ex-Alunos. Ao lado dele, comparecem “Sudoeste, de Eduardo Nunes, ex UFF, que é uma derivação da ousada proposta de “Terral”, ganhador de prêmios na 2ª edição do FBCU, e “A Bruta Flor do Querer”, de Andradina Azevedo e Dida Andrade, ex-FAAP, que tiveram toda sua filmografia exibida no Festival e cujo primeiro longa abrirá o FBCU esse ano. 


OUTROS DESTAQUES - Alguns curtas que não puderam ser programados na Competitiva Nacional devido ao número de inscritos nessa edição serão apresentados nas mostras Panorama Carioca e Panorama Nacional. “Convidamos o público a cumprir o papel de jurado porque muitos filmes sensacionais não entraram na competitiva apenas por falta de espaço na agenda de exibição", avisa Tristão.

No Panorama Carioca, entre esses achados, a curadoria chama a atenção para "Encontros E Despedidas", de Eric Bitencourt, da PUC Rio,  "Forasteira", de Nino Ottoni, da UFF e "O Lenço Manchado De Vermelho", de Jess Weiss, da PUC-Rio e "Noites de Gardênia", de Thiago Sobral, da UFF. Todos curtas premiados em outros festivais pelo Brasil. 


Já no Panorama Nacional estão "O Membro Decaído", de Lucas Sá, UFPEL, "O Homem Que Cantou As Aves Do Sertão", de Patrícia Moreira, UESB, e "Lex Talionis", de João Paulo Palitot, UFPB.  

CACHAÇA CINEMA CLUBE - Órfão do Cine Odeon, o Cachaça Cinema Clube encontra abrigo no FBCU apresentando “A Historia da Eternidade”, o primeiro longa de Camilo Cavalcante. Nele o diretor realiza um ensaio sinestésico sobre amor, desejo e sonho. O filme, que será exibido no dia 19 de novembro, às 20h no  Cine Arte UFF, recebeu diversos prêmios: Prêmios 6º Paulínia Film Festival - Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Irandhir Santos) e Melhor Atriz (dividido entre Marcélia Cartaxo, Zezita Matos e Debora Ingrid). Prêmios: 21º Festival de Vitória - Melhor Filme, Melhor Direção (longa-metragem) e Melhor Interpretação (Irandhir Santos).

SERVIÇO:
DATAS: de 10 a 19 de novembro de 2014
ENTRADA: gratuita em todos os locais
HORÁRIOS: Consultar programação
CLASSIFICAÇÃO: Consultar programação
LOCAIS:
Cine Arte UFF – Rua Miguel de Frias, 9 – Centro de Artes - Reitoria da UFF – Icaraí – Niterói – tel: (21) 3674.7514/5
Lotação - 280 lugares
Acessibilidade - Sim

Sala Multimeios – Instituto de Arte e Comunicação Social  (IACS) da UFF – Rua Lara vilela, 126 – Ingá – Niterói – tel: (21) 2629.9783
Lotação - 60 lugares
Acessibilidade - Não

Cine Joia - Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 680 - Copacabana, Rio de Janeiro – RJ – tel (21) 2236.5671
Lotação - 87 lugares
Acessibilidade – Sim


Mais informações pelo site www.fbcu.com.br ou pelo Facebook: www.facebook.com/festival.brasileiro.cinema.universitario

MERCADO DE FRANQUIAS DEVE CRESCER 10% EM 2014

Pessoas com perfil empreendedor ajudam a impulsionar o mercado

Empreender é uma opção cada vez mais acessível, seja para dar uma virada na carreira profissional, como para aumentar a renda familiar. Contudo, é fato que muitos brasileiros almejam seguir por este caminho, mas poucos concretizam a ideia. Segundo pesquisa da Endeavor, 76% dos brasileiros querem ser donos do próprio negócio. A segunda maior taxa do mundo, perdendo apenas para a Turquia, com 82%. Mas apenas 19% têm planos concretos de empreender nos próximos cinco anos.

Com 2015 chegando, quem sabe não chegou a hora de investir neste sonho? No entanto, para escolher o negócio certo, o futuro empreendedor deve ter muito planejamento e alguns cuidados essenciais. Pesquisar muito para identificar qual projeto que está mais alinhado ao seu perfil, estudar sobre o mercado e as necessidades do segmento em que deseja empreender, ter conhecimentos jurídicos e administrativos básicos, saber se o valor e o tipo de investimento cabem no seu bolso e o tempo necessário para obtenção do retorno financeiro são alguns deles. 

Nesse sentido, adquirir uma franquia pode ser uma boa opção. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o faturamento do mercado de franquias do Brasil pode chegar a R$ 27 bilhões no segundo trimestre de 2014, uma alta de até 9% se comparado com o mesmo período do ano passado. Para este ano, a expectativa é crescer 10% em faturamento, 8% em novas redes e 9% em novas unidades.

Com a estabilização da economia brasileira, um segmento específico segue um ritmo constante de crescimento, o setor de intercâmbio. De acordo com a Belta (Brazilian Educational & Languade Travel Association), o mercado de intercâmbio e educação internacional vem se expandido, em média, 20% ao ano. A CI  - Central de Intercâmbio e Viagens - acompanha esse ritmo.

O diretor de vendas da CI, Jan Wrede, explica que para escolher a franquia mais adequada, a pessoa deve estar atenta às características do empreendimento e, sobretudo, a sua idoneidade. “Em alguns casos, o negócio possibilita certa independência para o gestor, mas é mais arriscado. No caso da CI, por exemplo, os riscos são baixos, mas é necessário que o empreendedor siga fielmente as regras estabelecidas pela marca”, explica do diretor de vendas. Segundo Wrede, a vantagem de ser um franqueado da CI é que a empresa presta auxílio não só no momento da abertura da franquia, mas também no momento de administrá-la. “O investimento inicial varia, em média entre R$45 mil e R$150 mil (contando o custo de instalação da unidade, capital de giro e taxa de franquia). O prazo de retorno financeiro não ultrapassa dois anos e meio”, explica o diretor.

Dario Orsini abriu a primeira franquia da CI há 16 anos. Atualmente, possui quatro lojas CI na região do Grande ABC, no estado de São Paulo. “A vantagem de ser um franqueado da CI é que a empresa tem o know-how na área, oferece todo o suporte necessário para o franqueado, e ainda, junto aos fornecedores, consegue as melhores condições de negócio”, revela o franqueado. Segundo Wrede, a empresa ainda fornece treinamento contínuo e uma marca que representa tradição neste mercado.

E os planos de expansão da rede são audaciosos e contemplam cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. “O mercado de intercâmbio continua em crescimento porque a educação internacional já faz parte dos planos de brasileiros de diferentes classes sociais. Hoje, são 76 lojas abertas e mais seis que serão inauguradas até o fim do ano. Em 2015, pretendemos chegar a 100 unidades”, destaca o diretor de vendas da CI. E para investir, o empreendedor não tem apenas uma opção de modelo de franquia. “Ele pode abrir uma franquia convencional, como também pode escolher uma microfranquia ou apenas trabalhar em parceria com a CI. Isso depende do recurso que a pessoa tem disponível”, finaliza Wrede.

Sobre a CI
 A CI – Central de Intercâmbio e Viagens – foi criada em 1988, na cidade de São Paulo. Em 26 anos de história, a agência já expandiu para 21 estados brasileiros, com mais de 70 unidades e também já embarcou mais de meio milhão de clientes. Só em 2013, a empresa foi responsável por mais de 70 mil embarques para o exterior. A CI trabalha com experiências internacionais únicas, seja para lazer, estudo ou trabalho. Cerca de 700 profissionais treinados atuam na área para desenvolver roteiros personalizados e para dar toda a orientação e suporte necessários para quem vai fazer um intercâmbio ou viajar. High School, Intercâmbio Teen, Cursos de Idiomas e Mochilão são os programas mais procurados, principalmente, entre jovens com idades entre 13 e 35 anos. O trabalho desenvolvido pela CI fez com que ela fosse eleita cinco vezes, pela Revista Viagem e Turismo, como a melhor empresa de intercâmbio do Brasil.

Lufthansa confirma resultado operacional previsto para 2014 – Lucro de um bilhão de euros, apesar de greves



•    Grupo registra lucro operacional de 849 milhões de euros nos primeiros três trimestres e confirma previsão do resultado de 2014 no valor de um bilhão de euros
•    Progressos significativos na redução de custos
•    Empresas prestadoras de serviços apresentam resultados encorajadores
•    Estruturas de vendas e distribuição das empresas aéreas do grupo deverão ser harmonizadas
•    Desaceleração econômica afeta previsão de lucro para 2015: o resultado de 2015 deverá ficar nitidamente acima do lucro de 2014

O Grupo Lufthansa mantém a meta de lucro para 2014, apesar das dificuldades do terceiro trimestre e dos prejuízos no valor de 170 milhões de euros decorrentes de greves. O grupo pretende obter lucro operacional de um bilhão de euros no exercício de 2014. A previsão não inclui prejuízos decorrentes de eventuais outras greves até o final do ano. A previsão tem por base o bom resultado do final do terceiro trimestre – o grupo obteve lucro operacional de 849 milhões de euros no período de janeiro a setembro, 186 milhões de euros a mais do que no mesmo período do ano anterior. Ajustado pelos custos de reestruturação e projetos, isto corresponde a um lucro de aproximadamente um bilhão de euros nos primeiros nove meses do ano. No terceiro trimestre, o lucro foi de 735 milhões de euros, um aumento de 145 milhões de euros em relação ao terceiro trimestre de 2013.

 “A fim de assegurarmos nossa competitividade no longo prazo, estamos nos empenhando inteiramente na implementação do nosso programa de trabalho com sete campos de atuação, onde qualidade, inovação e eficiência são os principais focos”, disse Carsten Spohr, presidente da Deutsche Lufthansa AG. “Investimos massivamente em qualidade e serviços para os nossos clientes e desenvolvemos novos grupos de clientes e possibilidades de crescimento com novas estruturas e modelos de negócios inovadores. Além disso, continuamos desenvolvendo as áreas de negócios existentes, aumentando continuamente sua eficiência. Estou muito confiante quanto ao sucesso dessa estratégia, pois a Lufthansa tem provado ao longo dos anos que a empresa reage com flexibilidade às mudanças dinâmicas dos mercados e sempre sai fortalecida dos desafios enfrentados.”

O programa de trabalho apresentado pelo chefe do grupo em meados de julho prevê que os faturamentos das empresas prestadoras de serviços e dos novos modelos de negócios deverão aumentar em até 40%. Para tanto deverá contribuir, entre outros, o conceito de plataformas múltiplas “WINGS”, no qual os serviços ponto-a-ponto das empresas aéreas de passageiros deverão ser harmonizados e novas oportunidades de crescimento desenvolvidas.

Dentro do grupo de empresas aéreas Lufthansa com as marcas de qualidade Lufthansa, SWISS, Austrian Airlines e Brussels Airlines, as estruturas de vendas deverão ser harmonizadas, e a responsabilidade pelos clientes corporativos globais, centralizada. Ao mesmo tempo, as estruturas tarifárias e classes de preços das empresas aéreas nas rotas de curta e média distância deverão ser ajustadas entre si. Dessa forma, o Grupo Lufthansa poderá fazer melhores ofertas de vendas aos seus clientes, incluindo os serviços aéreos de todas as empresas aéreas, o que reduzirá os custos internos de coordenação. Além disso, uma estratégia conjunta e abrangente deverá fortalecer a posição do grupo de empresas aéreas perante a concorrência. Os passageiros perceberão as primeiras vantagens já no próximo ano por meio da combinação sensivelmente melhorada de ofertas das empresas aéreas.

Evolução dos negócios
As empresas de prestação de serviços e a Lufthansa Cargo obtiveram bons resultados nos primeiros três trimestres do ano em curso. Quatro das cinco áreas de negócios registraram lucro maior em relação ao ano anterior.

O resultado dos primeiros nove meses dos negócios de passageiros foi prejudicado principalmente pelos custos e perdas de rendimentos decorrentes das greves de pilotos. “É do interesse de todos os funcionários, clientes e acionistas que encontremos soluções que garantam a viabilidade sustentável da nossa empresa nas próximas décadas. Também não podemos ignorar este assunto nas discussões salariais em curso”, comentou Carsten Spohr.

Além dos prejuízos decorrentes das greves, o resultado dos negócios de passageiros nos primeiros nove meses do ano também foi afetado pela forte pressão da concorrência e concomitante redução das receitas médias das empresas aéreas. Apesar disso, as receitas de tráfego no terceiro trimestre voltaram a aumentar graças à forte demanda e à gestão de espaço flexível e orientada pela demanda. O aproveitamento de espaço nas empresas aéreas de passageiros bateu novo recorde no trimestre. Os menores custos de reestruturação e a amortização de aviões também beneficiaram o resultado em relação ao ano anterior.

Apesar dos 2,2% de voos a menos, o Grupo Lufthansa conseguiu manter praticamente estável o faturamento, que chegou a 22,6 bilhões de euros. O resultado do grupo nos primeiros nove meses do ano ficou em 482 milhões de euros, 235 milhões de euros a mais do que no ano anterior.

“Em meio às dificuldades do mercado e concorrência acirrada, chegamos ao final do terceiro trimestre com um resultado sólido, de forma que podemos confirmar nossa previsão para o exercício em curso”, diz Simone Menne, diretora financeira e de serviços de aviação da Deutsche Lufthansa AG. “Mas a previsível desaceleração econômica e a redução das receitas médias nos negócios de passageiro deverão redimensionar nossos parâmetros no próximo ano. Por isso, tivemos que ajustar nossa previsão para 2015, apesar de contarmos com um resultado nitidamente maior que o deste ano. A médio prazo, deveremos conseguir melhorar nosso resultado operacional, apesar das enormes somas que teremos que investir. Essa necessidade e o endividamento em alta representam indicadores nítidos de que teremos que nos redirecionar com as mudanças estruturais que estamos iniciando agora.”

Por isso, as empresas aéreas do Grupo Lufthansa estão fazendo frente à pressão sobre as receitas médias reduzindo o crescimento de capacidade planejado em quilômetros-assento para 2015 de 5% para 3%.

As áreas de negócios em resumo
Na área de negócios de transporte de passageiros, o grupo obteve lucro de 473 milhões de euros (-41 milhões de euros) de janeiro a setembro. A Lufthansa Passage contribuiu com 260 milhões de euros (-56 milhões de euros), resultado também devido ao lucrativo tráfego da empresa dentro da Europa. A Germanwings, que deverá assumir o último serviço ponto-a-ponto europeu em 8 de janeiro na rota Dusseldorf-Zurique, também continua contando com lucro operacional em 2015. O recuo das receitas médias e o prejuízo decorrente das greves de pilotos deram origem ao lucro menor em relação ao ano anterior. A fim de fortalecer a lucratividade, a modernização da frota prevê que o número de aeronaves do Grupo Lufthansa se mantenha estável também em 2015. A SWISS obteve 217 milhões de euros de lucro (+35 milhões de euros). O resultado operacional da Austrian Airlines foi de menos sete milhões de euros (-26 milhões de euros). O recuo em relação ao ano anterior também está relacionado aos custos decorrentes do novo acordo coletivo previsto para aeronautas e aeroviários, cuja perspectiva, porém, é de efeito positivo para a empresa. A mudança no método de amortização beneficiou todas as empresas aéreas do grupo, contribuindo com um total de 260 milhões de euros para o resultado dos primeiros nove meses.

A Lufthansa Technik obteve um lucro alto de 335 milhões de euros (+3 milhões de euros), a LSG-SkyChefs lucro de 66 milhões de euros (+3 milhões de euros) e a Lufthansa Systems lucro de 21 milhões de euros (+4 milhões de euros). Na área de negócios Logística, o lucro operacional aumentou seis milhões de euros, para 51 milhões de euros, beneficiado também pelos efeitos sobre o resultado do ano anterior.

Os primeiros nove meses em números
O faturamento do grupo nos primeiros nove meses foi de 22,6 bilhões de euros, 0,6% a menos do que no mesmo período do ano anterior. Os rendimentos empresariais do grupo diminuíram 0,6%, para 24,2 bilhões de euros. Paralelamente, porém, foi possível reduzir desproporcionalmente os custos empresariais de janeiro a setembro em 1,9%, recuando para 23,3 bilhões de euros. Os custos de combustível diminuíram 269 milhões de euros, ou seja, 4,9%, para 5,2 bilhões de euros. O valor inclui o resultado do programa de proteção de preços de menos 53 milhões de euros. As taxas ficaram 1,4% acima do valor do ano anterior.

Nos primeiros nove meses de 2014, o Grupo Lufthansa obteve um resultado operacional no valor de 849 milhões de euros. O resultado do grupo foi de 482 milhões de euros, um aumento de 235 milhões de euros. O resultado por ação aumentou para 1,05 euro (ano anterior: 0,54 euro) nos primeiros nove meses.

No período analisado, o Grupo Lufthansa aumentou os investimentos em modernização e manutenção da frota para 1,9 bilhão de euros. Ao todo, o grupo investiu 2,2 bilhões de euros, 339 milhões de euros a mais do que no mesmo período do ano anterior. O fluxo de caixa operacional foi de 2,1 bilhões de euros, o fluxo de caixa livre (fluxo de caixa operacional menos investimentos líquidos) de 229 milhões de euros. No final do terceiro trimestre de 2014, o grupo registrou um aumento de 567 milhões de euros no endividamento de crédito líquido, de 2,3 bilhões de euros, em comparação ao exercício de 2013. A quota de capital próprio foi de 15,2%, 5,8 pontos percentuais a menos do que no fechamento do exercício de 2013.

O relatório intermediário dos primeiros nove meses de 2014 foi publicado em 30 de outubro de 2014 sob www.lufthansagroup.com/investor-relations.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

CARTÃO PRÉ-PAGO MEO PODE SER USADO PARA PAGAMENTO DE SALÁRIO

Produto do Banco Bonsucesso é opção para empresas pagarem seus funcionários de forma prática, ágil e segura. A&C Contact Center e o Restaurante NAK são algumas empresas que já aderiram

O Cartão pré-pago MEO, do Banco Bonsucesso, passa a contar com mais uma funcionalidade. A partir de agora, os empregadores podem depositar os salários dos funcionários diretamente no cartão, proporcionando agilidade, praticidade e segurança ao processo, independentemente do tamanho da empresa e do número de funcionários.

Duas empresas mineiras, a A&C Contact Center e o Restaurante NAK, fecharam parceria com o Bonsucesso e já efetuam o pagamento por meio do MEO. Cada funcionário participante recebe um cartão e tem seu salário depositado automaticamente na conta.“As empresas que remuneram o empregado por meio do cartão pré-pago diminuem a burocracia inerente ao processo, principalmente nos casos dos funcionários que não possuem conta corrente. Assim, passam a ter um processo mais simples e eficiente”, afirma a diretora de marketing do Bonsucesso, Aléxia Duffles.

O funcionário que optar por receber o salário pelo MEO Cartão pode usar o saldo em compras, saques, pagamento de contas e transferências entre cartões.  Uma excelente opção para quem quer os serviços de um banco, mas não tem conta corrente. Além disso, não precisa comprovar renda, enviar documentos e não tem consulta ao SPC/Serasa.

Os benefícios são inúmeros. Primeiramente, qualquer pessoa pode ter este cartão. E, ao receber pelo MEO, o funcionário elimina, por exemplo, taxas de compensação de cheques e o risco de andar com dinheiro em espécie no bolso. Está protegido em caso de perda ou roubo do cartão, além de dispor do salário rapidamente quando cai no cartão, podendo controlar melhor as finanças, com praticidade e sem burocracia. Sabemos das vantagens do produto e temos o objetivo de intensificar ainda mais as parcerias b2b”, reforça a diretora.

100 mil contas ativas
Criado há pouco mais de dois anos, o “MEo Cartão Dinheiro” ultrapassou a marca de 100 mil contas ativas em outubro. O produto é aceito em 1,7 milhão de pontos de venda credenciados no país.

“Foi uma grande conquista chegarmos a 100 mil contas abertas, uma vez que se trata de um produto relativamente novo no mercado, cujas vendas, em sua maioria, são feitas pela internet. Creditamos esse sucesso às facilidades que o produto oferece, uma vez que pode ser adquirido por qualquer pessoa física. É também uma opção para que os pais controlem a mesada dos filhos, estabelecendo limites de gastos e saques; para levar em viagens ao exterior, pois não há necessidade de realizar operação de câmbio; para controlar os gastos do dia a dia da sua casa, pois ele pode ser dado, por exemplo, para os empregados, além de ser aceito em todo território nacional e também no exterior”, explica Aléxia Duffles.

Ultrapassar as 100 mil contas abertas é um grande marco para o MEO e demonstra que os cartões pré-pagos estão, de fato, avançando no mercado. Os motivos de adesão dos clientes são diversos: há os não bancarizados que desejam a inclusão financeira, aqueles que querem acesso às compras on-line, os que almejam segurança contra roubos de dinheiro em espécie, os que pretendem um melhor controle das despesas ou também as empresas que precisam de um meio acessível para pagar o salário dos seus funcionários. “O desafio continua sendo transpor a barreira cultural e fazer com que as pessoas saibam que é um cartão pré-pago e como ele funciona”, finaliza Aléxia.

Sobre o Banco Bonsucesso
Fundado há 21 anos, o Bonsucesso é um banco múltiplo, de capital privado, com atuação em todo o território brasileiro. Focado em soluções financeiras, o Banco carrega em seu DNA uma história de pioneirismo, inovação e agilidade, que permitem a identificação de tendências e oportunidades no mercado financeiro, e possibilitam sua entrada antecipada em novos segmentos com alto potencial de crescimento.

O Banco Bonsucesso deu ênfase no segmento de crédito consignado - com desconto em folha de pagamento - para servidores públicos, aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Conta com uma desenvolvida área de captação e recentemente criou uma área internacional para viabilizar as operações de câmbio. Atua também no segmento de Middle Market, viabilizando financiamentos para pequenas e médias empresas, por meio de cessão de créditos e demais operações financeiras.  

Possui uma robusta plataforma de cartões, com mais de 300 mil clientes, que ganha cada vez mais relevância na instituição. Entre eles, destaque para o MEO Cartão Dinheiro, um cartão pré-pago, recarregável, feito especialmente para quem quer praticidade, segurança e controle de despesas, sem precisar ter conta em banco e sem pagar juros. Outro produto inovador do Bonsucesso é a Conta Crédito Giro Certo, exclusivo no mercado, que permite a antecipação dos recebíveis a juros zero. O produto funciona como uma plataforma de conta corrente para o pequeno empresário, que recebe o dinheiro das vendas realizadas com cartão de crédito em até 24 horas.

EBITDA consolidado ajustado da Ambev no 3º trimestre cresce 2,5% e chega R$ 4,1 bilhões

        Volume de vendas no Brasil atinge 26,8 milhões de hectolitros e cai 0,4% na comparação com o 3º trimestre do ano passado

        Receita líquida no Brasil atinge R$ 5,3 bilhões, um crescimento de 2,3% no trimestre

        Inovação continua tendo importância estratégica no crescimento da companhia, que acaba de lançar Skol Beats Senses

Depois de um primeiro semestre de forte desempenho, estimulado principalmente pelo verão mais quente e pela realização da Copa do Mundo, o resultado da Ambev no Brasil no terceiro trimestre foi impactado pela retração estimada da indústria tanto em cerveja quanto em refrigerante. Esta queda se deu em função principalmente do ambiente macroeconômico, caracterizado pela aceleração da inflação e pelo menor crescimento real da renda disponível.

Os volumes da companhia tiveram uma performance melhor do que a média da indústria, com segmento de cerveja crescendo 0,2% e de refrigeNANC (refrigerantes, bebidas não-alcóolicas e não-carbonatadas) com uma queda de 2,1%. Este desempenho foi resultado das estratégias comerciais da companhia que vêm sendo executadas consistentemente.

Investimentos em inovações continuam tendo uma importância estratégica no crescimento da Ambev. Depois do sucesso da Skol Beats Extreme, a empresa acaba de lançar a Skol Beats Senses. Voltada aos consumidores da noite, a Senses é a primeira bebida alcoólica saborizada baseada em cerveja da companhia. Já o êxito da Brahma 0,0%, que em apenas 18 meses conquistou mais de 60% do mercado brasileiro de cervejas não alcoólicas, também se sobressai com seu resultado além das expectativas.

As marcas premium da Ambev, outro importante pilar da estratégia de crescimento da companhia, têm apresentado desempenho acima da média da indústria. Budweiser, Stella Artois e Original apresentaram crescimento percentual de volume de dois dígitos.

A ampliação e o aumento da capilaridade do portfólio de embalagens mais econômicas também seguem como prioridades na Ambev. As cervejas em garrafas de vidro retornáveis de 300 ml apresentam um desempenho de destaque no Brasil. Essa performance demonstra o acerto na estratégia de oferecer produtos cada vez mais acessíveis aos consumidores, voltados para diversas ocasiões de consumo.

As garrafas retornáveis de vidro também têm contribuído para o aumento de vendas dos refrigerantes Pepsi e Guaraná Antarctica que, com suas embalagens de 1 litro, continuam ganhando participação de mercado. Além disso, no último trimestre, a companhia lançou a garrafa PET de 1 litro de Fusion, reforçando a posição da Ambev dentro do mercado de energéticos, segmento que tem apresentado crescimento acelerado no Brasil.

“Já prevíamos um desempenho menor no terceiro trimestre por conta da desaceleração da indústria após a Copa do Mundo. Mas, com base em nossas estratégias comerciais e no foco na gestão de custos, esperamos uma recuperação no próximo trimestre”, afirma Nelson Jamel, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Ambev.

A Ambev mantém sua política de gestão e controle de custos operacionais visando produtividade e crescimento sustentável da empresa. Para isso, a companhia tem adotado e ampliado projetos como o TecLog, um programa com o objetivo de trazer maior eficiência à operação de distribuição da companhia. Com o novo sistema, é possível traçar as rotas mais rápidas para as entregas, reduzindo o custo, o tempo gasto com o transporte e ampliando a segurança do funcionário.

Outro exemplo que tem garantido a contínua redução nos custos na operação logística é o Frota Compartilhada. Com este programa, os veículos que retornariam às fábricas da Ambev vazios depois de abastecer os centros de distribuição passam a fazer os trajetos de volta carregados com mercadorias de empresas parceiras. Atualmente mais de duas mil viagens compartilhadas são realizadas por mês em 15 Estados do país. Entre janeiro e setembro deste ano, a Ambev deixou de lançar na atmosfera 11,9 mil toneladas de CO2 graças ao Frota Compartilhada. Até o final de 2014, serão 18 mil toneladas e CO2 e 6 milhões de litros de óleo diesel economizados.

Com relação aos investimentos previstos para o ano, a companhia já realizou aportes de R$ 2,2 bilhões até setembro de 2014 no Brasil.  Parte deste investimento foi destinada à construção de duas novas fábricas da companhia: em Ponta Grossa (PR) e Uberlândia (MG). Além disso, a companhia já anunciou mais R$ 180 milhões para a construção de um Centro de Inovação Tecnológica, no Rio de Janeiro. A unidade será voltada para acelerar o processo de inovação de produtos, tanto em novos líquidos quanto em embalagens mais modernas.

Portanto, a despeito da recente desaceleração da indústria, a Ambev segue investindo, pois aposta no potencial de crescimento do setor no Brasil.

Nesse sentido, tem um papel relevante o anúncio feito pelo Governo Federal sobre a postergação para 2015 do aumento da carga tributária para bebidas frias e a afirmação de que um eventual aumento se dará de forma gradual.

O setor de Bebidas Frias continua a dialogar com o Governo com o intuito de demonstrar que o aumento da arrecadação pode ser auferido da mesma maneira, mas com a manutenção da carga tributária vigente e pelo aumento dos volumes comercializados, estimulando-se novos investimentos, a criação de empregos e sem impacto nos índices de inflação.


Resultados terceiro trimestre de 2014

Ambev Consolidado (América Latina Norte + América Latina Sul + Canadá)¹

3° trimestre de 2014 X 3° trimestre de 2013

O EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado do terceiro trimestre foi de R$ 4,1 bilhões, 2,5% maior comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. A receita líquida do período cresceu 6% em relação ao terceiro trimestre de 2013, totalizando R$ 8,6 bilhões. Já o lucro líquido ajustado do período foi de R$ 2,8 bilhões, aumento de 22,8% na comparação com o mesmo intervalo de 2013.

O volume total de vendas da Ambev no terceiro trimestre de 2014 chegou a 39,9 milhões de hectolitros de bebidas, sendo 28,9 milhões de hectolitros de cerveja e 11 milhões de hectolitros de refrigeNANC. Isso significa um aumento de 0,3% se comparado com o terceiro trimestre do ano anterior. O aumento em cervejas foi de 0,6%. Em refrigeNANC, houve queda de 0,6%.

Ambev Brasil

3° trimestre de 2014 X 3° trimestre de 2013

O EBITDA ajustado no Brasil no terceiro trimestre de 2014 foi de R$ 2,6 bilhões, havendo uma queda orgânica de 5% se comparado ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida no país cresceu 2,3% em relação ao terceiro trimestre de 2013, totalizando R$ 5,3 bilhões.

O volume total de vendas no Brasil no terceiro trimestre chegou a 26,8 milhões de hectolitros de bebidas. Se comparado com o terceiro trimestre do ano anterior, houve queda de 0,4%. Do total vendido no país, 19,6 milhões de hectolitros foram de cerveja e 7,1 milhões de hectolitros foram de refrigeNANC, aumento de 0,2% e queda de 2,1%, respectivamente.

¹
América Latina Norte: Brasil + Hila-ex*
América Latina Sul: Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai, Peru, Equador e Uruguai
Canadá

*Hila-ex: Guatemala, República Dominicana, Nicaragua, El Salvador, Dominica, Antigua, St. Vincent.


Crescimento orgânico e EBITDA ajustado

A Ambev divulga desde o terceiro trimestre de 2007 os resultados orgânicos de suas atividades, que refletem o desempenho da companhia sem considerar os efeitos das oscilações cambiais e de mudanças de escopo. Tais mudanças ocorrem quando a empresa adquire ou vende ativos, inicia ou descontinua atividades.

O termo “ajustado” se refere às medidas de desempenho (EBITDA, EBIT, Lucro Líquido, Lucro Por Ação) antes de itens não recorrentes, como receitas ou despesas que não ocorrem no curso normal das atividades da empresa e por isso são apresentados separadamente para um maior entendimento do desempenho da Companhia.

O termo “normalizado”, anteriormente utilizado em nossas divulgações, foi substituído por “ajustado” conforme Instrução CVM n° 527, de 4 de outubro de 2012, que dispõe sobre a divulgação voluntária do EBITDA e do EBIT.

As demonstrações completas dos resultados financeiros da Ambev do segundo trimestre de 2014 estão disponíveis no site:www.ambev.com.br/investidores

Audi no Salão: Inovação até para cachorro

·         Marca alemã lança acessórios para transporte de animais de estimação em veículos
·         Produtos garantem conforto e segurança aos animais e condutores
·         Acessórios já estão à venda no Salão do Automóvel, de 30 de outubro a 09 de novembro, e nas concessionárias da marca

A  Audi do Brasil disponibiliza no mercado nacional acessórios para que animais de estimação viagem com conforto e segurança em todos os modelos da marca*. Nas concessionárias de todo o Brasil, será possível encontrar o Seat Protection e do Dog Harness. Ambos evitam que os animais fiquem soltos nos bancos, o que pode fazer com que eles se machuquem ou acabem causando acidentes. Em caso de colisões ou curvas acentuadas, os acessórios também evitam impactos entre os animais e ocupantes do carro.

O Seat Protection é um protetor de assento para animais, que fica fixado entre o banco traseiro e o encosto do banco frontal. O acessório acolchoado conta com proteção lateral, que os impede de pular entre os bancos do carro, além de conservar os assentos dos automóveis. Já o Dog Harness funciona como um cinto de segurança apropriado para cachorros, utilizado no mesmo local do cinto convencional para passageiros. O acessório é colocado de forma semelhante a uma coleira peitoral, garantindo também conforto ao animal. Ele pode ser ajustado a diversos tamanhos, atendendo a diversas raças.

Os produtos fazem parte da linha Audi Accessories e são uma aposta da marca no mercado brasileiro, detalha José Sétimo Spini, diretor de pós-vendas da Audi do Brasil. “Entendemos que esses são acessórios importantes para o brasileiro, uma vez que somos uma das populações que mais investe no cuidado com os animais. Passamos a oferecer uma solução de segurança e conforto para os donos de animais de estimação, facilitando o transporte em grandes viagens ou em uma ida ao pet- shop”, explica.

Felipe Alves Lyrio – comportamentalista canino e proprietário da empresa Sonho de Cão, explica a importância de considerar a segurança e conforto do cachorro. “O cinto de segurança para cães é um excelente recurso. O acessório permite mobilidade moderada, contato visual com o dono e é seguro”, explica o profissional. Ele ainda ressalta que o ideal é utilizar coleiras com peitoral, como o Dog Harness.

Os artigos podem ser encontrados em todas as concessionárias Audi ou no stand da marca no Salão do Automóvel, disponíveis em tamanhos P, M, G e GG. O preço sugerido para o Seat Protection é de R$ 775 e oDog Harness pode custar entre R$ 395 e R$ 746, de acordo com o tamanho escolhido.



Dica do especialista

  • O tamanho dos acessórios de segurança deve ser compatível com o animal
  • O mais seguro é viajar com o cão após 4h da última refeição, para prevenir vômitos e enjoos
  • A ingestão de água é recomendada, desde que não seja em excesso
  • Em viagens longas, devemos incentivar o cão a fazer suas necessidades antes de sair de casa. É recomendável parar a cada 3 ou 4 horas para que o cão faça suas necessidades e beba água
  • A melhor maneira de evitar que os cães enjoem é dessensibilizar o cão desde cedo. Leve-o para dar pequenos passeios de carro e aumente gradativamente o tempo.

*Exceto TT e R8

Ferramenta SAP BPC on Hana dá suporte ao Grupo CCR

Grupo implementa ferramenta para otimizar seus planejamentos orçamentários de curto e longo prazos


Para suportar a evolução do seu negócio, o Grupo CCR, uma das maiores empresas de concessão de infraestrutura do mundo, está promovendo a atualização tecnológica da sua ferramenta de planejamento integrado baseada em Business Intelligence. A escolha se deu pelo SAP BPC (Business Planning and Consolidation), que está sendo implementado pela Sonda IT, maior companhia latino-americana de Tecnologia da Informação, e tem go-live previsto para outubro de 2015.
Com um valor de mercado superior a R$ 20 bilhões, a CCR prevê em seu planejamento estratégico o crescimento qualificado do Grupo, buscando a diversificação de seu portfólio e a atuação em novos negócios. Esta visão deu condições à CCR de atingir uma configuração de negócios que hoje vai além da concessão de rodovias. 
Seguindo esta estratégia, hoje os projetos da CCR estão ligados também à mobilidade urbana, abrangendo aeroportos, metrôs e barcas, e empresas de serviços. Esta configuração atual de negócio exigiu da empresa uma ferramenta mais performática para suportar a complexidade dos planejamentos orçamentários.
“A elaboração de nossos planos são complexos, compostos por longos períodos que abrangem o tempo da concessão, podendo chegar até 35 anos. Então, ter uma ferramenta na qual a tecnologia é mais performática é um grande diferencial para a CCR”, explica o gestor de projetos da companhia, Luiz Casarri.
Ao todo, o SAP BPC vai operar em três tipos de planejamentos orçamentários: o quinquenal, que mostra os próximos cinco anos; o de longo prazo, que abrange a vida útil de cada concessão e, por fim, o de tendência, que é atualizado todo mês com a visão dos próximos três anos.
Para agregar mais performance no trato das informações, a tecnologia está sendo implementada on Hana. Nesta modalidade, os dados ficam armazenados em memória, diferente da implementação convencional, na qual os dados estão disponíveis em disco. Com isso, o volume de informações é processado em tempo real, ganhando-se em agilidade e flexibilidade na consulta das aplicações.
De acordo o diretor de Business Intelligence e Inovação da Sonda IT, Eduardo Publiesi, também estão entre os benefícios a possibilidade de fazer análises, com simulações de cenários através de índices econômicos e financeiros, providência que proporcionará mais agilidade na tomada de decisão. Somado a isso, a interface da ferramenta é em Excel, tornando a aplicação mais amigável e simples para o usuário. “O desempenho deste tipo de arquitetura é muito maior em relação à implementação tradicional. Com isso, a Sonda IT cumpre seu papel em suportar a CCR para a evolução do seu negócio”, finaliza Pugliesi.

Letras da Morte

Suspense e mistério dão o tom do livro de estreia do cronista e roteirista Marcio Berloffa





Em seu livro de estreia, Letras da Morte, o cronista, roteirista e escritor Marcio Berloffa apresenta sua narrativa marcante e dinâmica ao contar a história ficcional de duas primas, Cristina e Patrícia. As duas jovens são escritoras famosas e fascinam milhares de pessoas com seus livros, porém a inveja e a ganância provocam uma tragédia que as separa.

Uma delas retorna mesmo após a sua morte para atormentar quem tomou o seu lugar; a polícia tem dificuldades em elucidar o caso. Nessa trama de mistério e sobrenatural, quem vencerá essa batalha entre o real e o desconhecido?

Com o propósito de deixar o livro mais interativo, o autor escreveu dois finais, deixando assim, o verdadeiro desfecho da história nas mãos do leitor.

Lançado inicialmente no formato digital, o livro está disponível para download no site da prestigiada livraria Saraiva e no site da Kobo.

“A alta da taxa Selic surpreendeu. Resta saber como o governo irá conciliar os juros altos com a necessidade premente de mudar o drive do crescimento econômico para o investimento produtivo”, diz o presidente da Abigraf, Levi Ceregato.

Apesar da reeleição da presidente Dilma Roussef, o País vive um clima de transição. “Até em função disso, não se esperava que o Comitê de Política Econômica (Copom) anunciasse alterações na taxa Selic, o que agudiza as perguntas que o mercado se faz no momento”, afirma Levi Ceregato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf). Segundo ele, as autoridades econômicas e monetárias nacionais estão diante de um desafio que é a antítese do dilema chinês: “A China precisa aumentar o investimento em consumo interno para se manter crescendo, enquanto nós temos que mudar o drive do crescimento econômico para o investimento em produção, infraestrutura e capital fixo”, diz Ceregato. O difícil é equacionar pressões muito antagônicas. De um lado, há a pressão inflacionária, que trabalha a favor da elevação dos juros e pode se acentuar com o inevitável reajuste dos preços controlados e a baixa arrecadação, somados ao aumento dos gastos públicos. Do outro, está a necessidade de impulsionar o investimento produtivo para que o País ganhe competitividade e volte a crescer, retomando níveis de desenvolvimento compatíveis com sua importância econômica, o que, na visão de Ceregato, é inconciliável com juros altos. “Nesse sentido, a alta na taxa Selic para 11,25% ao ano semeia desconfiança em relação ao direcionamento que o governo dará à política econômica”, diz ele. 

Programa Centros de Dados Compartilhados é inaugurado em Recife (PE)

A iniciativa, parceria entre os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Educação e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, operacionalizada no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, com apoio da Huawei, oferece serviços de armazenamento, processamento e distribuição de conteúdo.

Foi inaugurado nesta quinta-feira, dia 30/10, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), em Recife, mais um datacenter dos Centros de Dados Compartilhados (CDC), uma iniciativa dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC), coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em parceria com instituições de ensino e pesquisa nas regiões Norte e Nordeste. A inauguração do CDC tem apoio e incentivo da Huawei, empresa líder global em soluções de tecnologia da informação e comunicação (TIC), que foi responsável pela doação e instalação dos equipamentos.
A cerimônia foi realizada nesta manhã no Auditório do IFPE, com a presença do Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Clélio Campolina Diniz, do Secretário de Política de Informática do MCTI, Virgílio Almeida; do diretor-geral da RNP, Nelson Simões, da reitora do IFPE, Profª e Drª, Cláudia Silva Sansil, além do CEO da Huawei do Brasil, Jason Zhao, e representantes de instituições de ensino e de pesquisa. 
A crescente utilização no mercado e as vantagens apresentadas pelas tecnologias de nuvem levaram o MCTI e o MEC a adotá-las na infraestrutura de TIC para o suporte ao ensino e pesquisa no Brasil. 
Um dos elementos essenciais para oferta de serviços de computação em nuvem no Brasil é a implantação e operação de “datacenters”. Com esse objetivo, nasceu uma parceria com a Huawei, empresa de TIC que tem atuado globalmente para promover uma inovação constante no setor de datacenters por mais de uma década. Todos os equipamentos doados pela empresa serão operados pela RNP.

Os Centros de Dados Compartilhados permitirão atender de forma escalonada e crescente a demanda por recursos computacionais baseados nas atuais tecnologias de Computação em Nuvem, impactando nas atividades de colaboração da comunidade acadêmica no Brasil, através de uma arquitetura em nuvem que começa a ser disponibilizada no Brasil pela RNP.

O objetivo é oferecer serviços de armazenamento, processamento e distribuição de conteúdo digital, incluindo software, dados, imagens e vídeos para instituições de ensino e pesquisa no Brasil. Além de Recife, também foi implantado um datacenter do CDC no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) em Manaus (AM).

“Estamos implantando o serviço de nuvem computacional. Ao longo do tempo novos centros de dados, localizados em qualquer parte do país, vão permitir um maior compartilhamento de informações entre a comunidade de pesquisadores e professores e alunos em todo o país e vão garantir a replicação de acervos de dados fundamentais mantidos em diversos laboratórios em todo o país através da infraestrutura compartilhada e redundante que a nuvem oferece”, explica o Diretor de Serviços e Soluções da RNP, José Luiz Ribeiro Filho.

“Estamos muito satisfeitos em participar do programa CDC em Pernambuco. Presente no país há 15 anos, a Huawei tem estabelecido parcerias com líderes e representantes da indústria local a fim de fomentar o desenvolvimento tecnológico e socioeconômico brasileiro, melhorando a vida das pessoas por meio da comunicação”, ressaltou Jason Zhao, CEO da Huawei do Brasil.

A escolha do IFPE como instituição-abrigo em Recife se deve à infraestrutura. “Fomos eleitos entre várias instituições de ensino e pesquisa em Pernambuco por termos nos adequado, da melhor forma, aos critérios técnicos e estruturais solicitados para instalação do CDC”, afirma o Diretor de Tecnologia da Informação, Igor Negromonte.

Os Centros de Dados Compartilhados podem ser usados em diferentes áreas: na saúde, permitindo o armazenamento de imagens de cirurgias em Ultra Alta Definição 4K, produzidas pela Rede Universitária de Telemedicina; na cultura, para preservação e acesso ao acervo do conteúdo audiovisual nacional, como como os filmes do Canal 100, sobre o futebol brasileiro, mantido pela Cinemateca Brasileira, além de várias coleções históricas; na ciência, para o monitoramento do meio ambiente e a biodiversidade; e na gestão e desenvolvimento de Tecnologia e Inovação, para o acesso a indicadores, plataforma de periódicos científicos e sistemas de avaliação.

Dentre os benefícios do programa CDC destacam-se a redução da fragilidade de várias instituições de ensino e pesquisa em hospedar um grande volume de informações e aplicações vitais como bases de dados científicas; a redução de custos de hardware, software e recursos humanos para as instituições usuárias; o aumento da agilidade e flexibilidade na utilização de capacidade computacional para processamento e armazenamento de dados; o aumento da capacidade de preservação digital das informações e dados compartilhados, por meio da replicação dos dados em ambiente seguro em território nacional; e o aumento da disponibilidade e segurança das informações para os pesquisadores, professores e alunos.

Os serviços de computação em nuvem operados pelo programa CDC rodam em equipamentos de infraestrutura de TI da Huawei montados no formato de contêineres. Esta tecnologia inclui servidores, armazenamento e sistemas de ar condicionado de precisão e de energia que garantem alto desempenho e fácil implementação para empresas de todos os segmentos e portes. Além disso, a Huawei foi a primeira empresa a conquistar a certificação Tier III para datacenter contêiner, o que garante a disponibilidade e segurança dos dados trafegados e armazenados no local. 

O Programa Centros de Dados Compartilhados (CDC) será essencial para a comunidade acadêmica brasileira por aumentar a interação entre as instituições de ensino e pesquisa em todo o país, promovendo a troca de conhecimentos e experiências entre docentes, discentes, estudiosos e pesquisadores; facilitar a análise de documentos e conteúdos; acelerar o processamento de informações e desenvolvimento de ferramentas de TI e outras soluções para o ensino e a pesquisa.
Sobre a RNP                                                                                                               
Qualificada como uma Organização Social, a RNP é ligada ao MCTI, por meio do Programa Interministerial que conta com a participação dos ministérios da Educação (MEC), da Saúde (MS) e da Cultura (MinC). Pioneira no acesso à internet no Brasil, a RNP planeja e mantém a rede Ipê, rede óptica nacional acadêmica de alto desempenho. Com Pontos de Presença em 27 unidades da federação, a rede tem mais de 900 instituições conectadas e cerca de 3,5 milhões de usuários usufruindo de uma infraestrutura de redes avançadas para comunicação, computação e experimentação, e integrando o sistema de Ciência e Tecnologia, Educação Superior, Saúde e Cultura.